Blog voltado para assuntos relativos a eletricidade e segurança do trabalho.
A Base do Sucesso
"Acho que a base do sucesso em qualquer atividade está primeiro em se ter uma oportunidade que geralmente acontece não porque você cria o momento, mas sim porque alguém chega e abre uma porta" . (Ayrton Senna da Silva, Piloto Tri-Campeão Mundial de Fórmula-1).
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Novo medidor de energia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou nesta terça (28) abertura de audiência pública, com sessão presencial prevista para dezembro deste ano, para definir um novo modelo de medidor de energia que passará a ser instalado nas residências e estabelecimentos comerciais e industriais atendidas em baixa tensão.
INVERSORES DE FREQUÊNCIA
1. INTRODUÇÃO
A eletrônica de potência, com o passar do tempo, vem tornando mais fácil (e mais barato) o acionamento em velocidade variável de motores elétricos. Com isto, sistemas que antes usavam motores CC, pela facilidade de controle, hoje podem usar motores CA de indução graças aos Inversores de Freqüência, também chamados de Conversores de Freqüência. Em paralelo ao avanço da eletrônica de potência, a microeletrônica, por meio de microprocessadores e microcontroladores, tem auxiliado muito o acionamento de máquinas CA, permitindo a implementação de funções complexas num tempo de processamento cada vez mais curto. Isto tem permitido a implementação de sofisticados algoritmos de controle que possibilitam o acionamemnto de alto desempenho com o emprego de motores de indução de série.
A título de exemplo, podemos citar que motores de indução acionados por meio de Inversores de Freqüência podem substituir, com vantagens, os sistemas de controle de fluxo com válvulas (bombas) ou dampers (ventiladores).
2. FUNCIONAMENTO
Para entender o funcionamento de um Inversor de Freqüência, é necessário, antes de tudo, saber a função de cada bloco que o constitui. Ele é ligado na rede elétrica, que pode ser monofásica ou trifásica, e em sua saída há uma carga que necessita de uma freqüência diferente daquela da rede. Para tanto, o inversor tem como primeiro estágio, um circuito retificador, responsável por transformar a tensão alternada em contínua. Após isso, existe um segundo estágio capaz de realizar o inverso, ou seja, a transformação de uma tensão CC para uma tensão CA (conversor), e com a freqüência desejada pela carga.
Na rede de entrada a freqüência é fixa (60 Hz ou 50 Hz) e a tensão é transformada pelo retificador de entrada em contínua pulsada (retificação de onda completa).
O Capacitor (filtro) transforma-a em tensão contínua pura de valor aproximado de Esta tensão contínua é conectada ciclicamente aos terminais de saída pelos dispositivos semicondutores do inversor, transistores ou tiristores, que funcionam como chaves estáticas.
O controle desses dispositivos semicondutores é feito pelo circuito de comando, de modo a obter um sistema de tensão pulsada, cujas freqüências fundamentais estão defasadas de 120°. A tensão é escolhida de mo do que a relação tensão/freqüência seja constante, resultando em operação com fluxo constante e, por via de conseqüência, manutenção da máxima capacidade de sobrecarga momentânea do motor.
3. CONFIGURAÇÃO BÁSICA
· Circuito de entrada (ponte retificadora não controlada)
· Circuito de pré-carga (resistor, contator ou relé)
· Circuito intermediário (banco de capacitores Buss DC, resistores de equalização)
· Circuito de Saída "inversor" (ponte trifásica de IGBT)
· Placa de controle (microprocessada)
· Placa de driver's (disparo dos IGBT, fontes de alimentação, etc.)
· Réguas de bornes de interligação (controle de potência)
· Módulo de frenagem (interno ou externo)
4. DIFERENÇAS E VANTAGENS DOS INVERSORES DE FREQUÊNCIA
O inversor de freqüência possibilita o controle do movimento do motor CA pela variação da freqüência elétrica. Entretanto, também realiza a variação da tensão de saída para que seja respeitada a característica V/F ( Tensão / Freqüência) do motor, não produzindo aquecimento excessivo quando o motor opera em baixas rotações.
Em freqüências de operação acima da nominal, o acionamento se dá com perda de torque. O inversor promove a elevação na freqüência sem, entretanto, promover o aumento no valor da tensão aplicada. Isto faz com que haja uma redução no fluxo do motor, trazendo como conseqüência uma redução no conjugado disponível. Esta região de operação é conhecida como região de enfraquecimento de campo em função da redução do fluxo ou campo do motor.
Destinados inicialmente a aplicações mais simples, os inversores de freqüência são atualmente encontrados nos mais diversos usos, desde o acionamento de bombas até complexos sistemas de automação industrial.
Grande parte das aplicações como bombas, ventiladores e máquinas simples, necessitam apenas de variação de velocidade e partidas suaves, sendo atendidas plenamente com o uso de inversores com tecnologia Escalar ou V/F.
Algumas aplicações entretanto, como elevadores, guinchos, bobinadeiras e máquinas operatrizes necessitam além da variação de velocidade o controle de torque, operações em baixíssimas rotações e alta velocidade de resposta, sendo atendidas por inversores com tecnologia Vetorial.
5. TIPOS DE INVERSORES DE FREQUÊNCIA
· Inversor Escalar
Em linhas gerais, podemos dizer que os inversores escalares baseiam-se em equações de regime permanente. A lógica de controle utilizada é a manutenção da relação V/F constante. Apresentam um desempenho dinâmico limitado e usualmente são empregados em tarefas simples, como o controle da partida e da parada e a manutenção da velocidade em um valor constante (regulação).
· Inversor Vetorial
A lógica de controle empregada baseia-se em equações dinâmicas do motor. Assim, embora a programação de controle seja mais complexa do que aquela correspondente ao controle escalar, o desempenho dinâmico é bem superior a este. A idéia central é promover o desacoplamento entre o controle do fluxo e o controle da velocidade por meio de transformações de variáveis. Com esta técnica de controle, os inversores podem ser empregados em tarefas complexas, que exijam grande precisão e dinâmicas rápidas do ponto de vista de controle.
Os inversores Vetoriais podem ser divididos em duas categorias: aqueles que utilizam a realimentação física da velocidade, obtida de dispositivos transdutores, e aqueles que não empregam a realimentação física da velocidade, fazendo uso de estimadores de velocidade. A realimentação ou "Feedback", permite "enxergar" o movimento do eixo do motor possibilitando controlar a velocidade e o torque com alta precisão mesmo em velocidades muito pequenas, próximas de zero. A realimentação da velocidade é realizada utilizando um gerador de pulsos, conhecido com "Encoder". Alguns equipamentos permitem a utilização dos dois modos, sendo necessário uma placa opcional para a operação de malha fechada.
A operação sem a realimentação da velocidade é também conhecida como "Sensorless". Nesse caso, o algoritmo de controle torna-se mais complexo pois o inversor deve calcular através de artifícios matemáticos a velocidade do motor. A operação sem realimentação possui performance inferior à operação com realimentação.
Os Inversores Vetoriais necessitam da programação de todos os parâmetros do motor como, resistências elétricas, indutâncias, correntes nominais do rotor e estator, dados esses normalmente não encontrados com facilidade. Para facilitar o set-up, alguns inversores dispõem de sistemas de ajustes automáticos também conhecidos como "Auto-tunning", não sendo necessário a pesquisa de dados sobre o motor.
6. DIFERENÇAS ENTRE INVERSORES ESCALARES E VETORIAIS
A principal diferença entre os inversores Escalares e os Vetoriais deve-se a capacidade dos inversores vetoriais imporem o torque necessário ao motor, de forma precisa e rápida permitindo uma elevada velocidade de resposta dinâmica a variações bruscas de carga.
Os Inversores Escalares apresentam uma resposta dinâmica bem mais lenta, demorando mais para reagir a qualquer alteração de velocidade ocorrida ou solicitada.
BIBLIOGRAFIA:
1. RASHID, Muhammad Harunur. Power Electronics – Circuits, devices and applications. 2ª ed. Prentice Hall, New Jersey: 1993.
2. PENELLO, Luiz Fernando. Filtro Ativo de Potência “Shunt”. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro – COPPE: 1992.
3. MOHAN, Ned. UNDELAND, Tore M. ROBBINS, William P. Power Electronics – Converters, Applications and Design. John Wiley & Sons, Canada:1989
4. http://news.thomasnet.com/fullstory/15867
5. http://www.postglover.com/products/dyn_brak/dyn_brake_tech.htm
6. http://www.mitsubishi-automation.com
7. http://www.wegelectric.com/
8. http://www.directindustry.com/
Perfil profisional do Técnico de Segurança do Trabalho
A construção de uma matriz curricular para a área de formação profissional exige um estudo da situação real de trabalho para a definição de um referencial da profissão. Esse estudo permite não só o levantamento das funções convencionais que compõem um determinado cargo ou função, mas a indicação dos novos requisitos demandados aos trabalhadores e as novas possibilidades de atuação, nem sempre relacionadas a um posto de trabalho ou a um emprego formal.
O perfil do Técnico em Segurança do Trabalho mostra um profissional que associa, em suas funções, atividades laborais consagradas e outras que vêm se mostrando cada vez mais presentes nas suas atribuições, destacando-se as relacionadas às políticas de segurança e aos processos de auditoria, pelas quais é chamado a responder individualmente ou, mais comumente, em equipes formadas por profissionais de diversas outras áreas que mantém entre si uma grande proximidade em termos de objetivos e que, através de instrumentos e potencialidades específicos, perseguem a melhoria das condições de vida em nosso planeta.
NÍVEIS DE DESEMPENHO: Planejamento, execução avaliação
O Levantamento Profissiográfico do Técnico em Segurança do Trabalho revelou que seu trabalho não se restringe à execução de tarefas e normas prontas e determinadas mas, ao contrário, envolve três momentos específicos e complementares: o planejamento, a execução e a avaliação.
PLANEJAMENTO: nessa fase cabe ao Técnico de Segurança do Trabalho, elaborar e/ou participar da elaboração de Programas e Projetos específicos da sua área de atuação ou multifuncionais, envolvendo uma série de objetivos relacionados. Caracterizam as ações de planejamento, entre outras, estudos diagnósticos, seleção e/ou formulação de estratégias e metodologias, verificação de interfaces entre as políticas para outras áreas da organização e a de Segurança e Saúde do Trabalho.
EXECUÇÃO: As ações de execução presentes no trabalho desse profissional comportam uma multiplicidade de atividades, abrangendo desde a implantação de políticas institucionais na Área de Segurança e Saúde do Trabalho à especificidade de elaboração de um parecer técnico.
AVALIAÇÃO: presente em todas as fases do processo de trabalho, a avaliação torna-se mais caracterizada nas atividades que têm por objetivo determinar a eficiência e eficácia dos programas, projetos e qualquer ação na Área de Segurança e Saúde do Trabalho. Sua realização demanda ao profissional acompanhamento sistemático e estruturado de todos os processos e procedimentos para que possa ser determinada, de fato, a eficácia do que está sendo realizado, definindo sua manutenção ou correção.
As quatro funções que compõem o Perfil do Técnico de Segurança do Trabalho, desdobradas em várias subfunções, são: Políticas de Segurança e Saúde do Trabalho, Gestão de Riscos, Gerenciamento Ambiental e Auditoria.
Fonte: FENATEST
Sistemas Prediais
4. Traçado dos eletrodutos
Feita a divisão de cargas em circuitos terminais e a distribuição dos pontos de luz, das tomadas de uso geral, das tomadas de uso específico e do quadro de distribuição de luz e força, precisamos pensar no traçado dos eletrodutos.
Os eletrodutos são tubos metálicos ou de PVC que podem ser ainda rígidos ou flexíveis. Cuidado com mangueiras fabricadas em polietileno ou em material reciclado, pois elas não estão de acordo com a NBR-5410 porque propagam fogo.
O tipo de eletroduto e o seu traçado vão depender das técnicas construtivas adotadas, pois o eletroduto é o único elemento de sistemas prediais que pode ser embutido dentro laje e também pode estar embutido dentro de uma alvenaria de tijolo comum, dentro de uma alvenaria com blocos concretos ou dentro de uma parede de gesso acartonado (mais conhecido como drywall). E dependendo do critério do projetista o eletroduto também pode estar aparente.
Os eletrodutos metálicos rígidos, os de PVC rígido e os metálicos flexíveis são mais utilizados em instalações aparentes.
Os eletrodutos em PVC flexíveis são utilizados em instalações embutidas. Mas cuidado, nem todo eletroduto flexível pode ser embutido em concreto. Para embutir em concreto armado, o eletroduto deve possuir uma grande resistência mecânica para resistir ao trânsito de pessoas durante a concretagem e resistência à temperatura de serviço dos condutores (superiores a 40º C). No caso da Tigre, o eletroduto amarelo só pode ser utilizado embutido em paredes.
Nos traçados pela laje ou pelo piso, os eletrodutos serão embutidos na estrutura. Podemos traçar qualquer trajeto.
Se a vedação adotada for de blocos de concreto, devemos evitar traçados horizontais dentro das paredes, pois um trajeto horizontal vai exigir a quebra dos blocos e quebra siginifica desperdício e retrabalho. Os furos dos blocos são verticais, logo devemos privilegiar o traçado vertical.
Já, se a vedação for em paredes de gesso acartonado não existe qualquer restrição quanto ao traçado que poderá ser vertical ou horizontal pois existe o vão entre as duas placas.
Os eletrodutos vão conduzir os fios ou cabos elétricos do Quadro de Distribuição de Luz e Força até os pontos de consumo (tomadas), pontos de luz (no teto ou na parede) e pontos de controle (interruptores).
Nos pontos de luz no teto são instaladas caixas octogonais, para posterior instalação de luminárias.
Nos pontos de tomadas ou interruptores de parede, podem ser instaladas caixas de 10x10cm ou caixas de 10x5 cm, chamadas em obra de caixas 4x4 (4 polegadas) e 4x2 para posterior instalação de tomadas/interruptores e seus respectivos espelhos.
4.1. Orientações para o traçado dos eletrodutos.
Podemos adotar duas metodologias para o traçado dos eletrodutos. Para a primeira metodologia, devemos seguir as seguintes recomendações:
1. O traçado dos eletrodutos começa do Quadro de Distribuição de Luz e Força, que será chamado de QDLF daqui por diante.
2. A partir do QDLF devemos interligar os pontos de luz no teto abrangendo todos os ambientes da edificação, procurando manter os menores percursos possíveis e evitando que as tubulações se cruzem.
3. Ligar os pontos de luz no teto aos pontos de tomada e interruptores.
4. Apesar das caixas dos pontos de luz no teto serem octogonais, devemos evitar ligar mais de 6 eletrodutos a ela. Essa restrição de número de eletrodutos também existe para caixas 4x2 e 4x4. Não se deve ligar mais que 4 eletrodutos por caixa apesar delas possuírem mais entradas/saídas.
5. Deve-se também limitar o número de circuitos por eletroduto. Deve-se passar no máximo 5 circuitos por eletroduto. Cinco circuitos significam 10 fios e com 10 fios os eletrodutos com certeza vão ter um diâmetro elevado e também a temperatura de trabalho será maior, diminuindo a eficiência dos condutores.
Utilizando uma outra metodologia, podemos:
1. Ligar o QDLF até os pontos de luz no teto e do ponto de luz no teto fazer a ligação até os interruptores.
2. Ligar o QDLF até o ponto de tomada mais próximo e interligar todos os pontos de tomada pelo piso.
Lembrando que tudo vai depender do tipo de estrutura e do tipo de vedação adotado no projeto.
Continuando o exemplo da planta com traçado dos eletrodutos:
circuito nº | tipo/local | tensão(V) | iluminação | TUG | TUE | TOTAL | Fase F1 | Fase F2 | Fase F3 |
1 | iluminação | 127 | 520 | 520 | 520 | ||||
2 | TUG-COZ | 127 | 1.200 | 1.200 | 1.200 | ||||
3 | TUG-COZ | 127 | 600 | 600 | 600 | ||||
4 | TUG-A.Serv | 127 | 1.200 | 1.200 | 1.200 | ||||
5 | TUG-outros | 127 | 1.000 | 1.000 | 1.000 | ||||
6 | TUE-micro | 127 | 1.200 | 1.200 | 1.200 | ||||
total | 500 | 4.000 | 1.200 | 2.920 | 2.800 |
O projeto tem 6 circuitos, portanto deveremos ter no mínimo 2 saídas do QDLF. Lembrem-se que um eletroduto comporta no máximo 5 circuitos.A princípio traçamos uma saída do QDLF, interligando os pontos de luz no teto:
A partir dos pontos de luz no teto, traçamos eletrodutos que ligam esses pontos aos pontos de tomadas e interruptores das paredes na sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Os circuitos de luz e força da sala, banheiro, área de serviço e a do micro-ondas da cozinha já somam 4 circuitos. Temos que traçar uma nova saída do quadro somente para os 2 cicuitos das tomadas de uso geral da cozinha pelo piso (linha tracejada) até o primeiro ponto e a partir daí o eletroduto passa pela parede até o último ponto do fogão.
Essa é uma sugestão de traçado. Uma outra opção seria ter um eletroduto exclusivo para a tomada de uso específico do micro-ondas.
Uma vez definido o traçado dos eletrodutos, temos que fazer a representação dos condutores dentro dos mesmos, de acordo com a divisão de circuitos feita anteriormente.
Os traços devem ser perpendiculares às linhas de representação dos eletrodutos. Cuidado com a representação gráfica do fio neutro pois se parece uma letra F; F de fase.
O número do circuito deve estar indicado nos fios e no ponto de consumo.
Os fios devem ser representados por trecho em todo o trajeto, desde a saída do QDLF até o ponto de consumo.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
No Break, estabilizador e filtro de linha
Publicado em 08/30/2010 por trainingtecnologia
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Muitos usuários ligam seus computadores sem proteção alguma a uma corrente elétrica de 120 volts que oscila a 60 Hertz, quando não cai a energia. Isso prejudica o computador e para que isso não ocorra devemos fazer uso de alguns aparelhos auxiliares.
Muitos usuários ligam seus computadores sem proteção alguma a uma corrente elétrica de 120 volts que oscila a 60 Hertz, quando não cai a energia. Isso prejudica o computador e para que isso não ocorra devemos fazer uso de alguns aparelhos auxiliares.
No-Brakes, Estabilizadores e Filtros de Linha sempre geraram dúvidas pois são um tanto quanto parecidos fisicamente e possuem também funções parecidas, porém diferentes.
Filtro de Linha
Seu papel principal é filtrar os ruídos e interferências da rede elétrica, ou seja, ele faz a energia passar limpinha pela corrente para o computador. Isso acontece porque ele tem uma peça chamada varistor que elimina qualquer freqüência elétrica acima de 60 Hz. Esse valor é o padrão e significa que a tensão elétrica variou 60 vezes em um intervalo de 1 segundo.
Este produto hoje se tornou desnecessário, devido aos estabilizadores e fontes já possuírem um filtro de linha próprio embutidos.
Seu uso só é indicado se você precisar de mais tomadas para ligar os seus equipamentos ao estabilizador. Funcionando assim como uma espécie de extensão.
Este equipamento custa em média 15 reais. Mas se você possuir ou está pensando em comprar um estabilizador ou até um no-break, não precisa gastar dinheiro com isso.
Estabilizador
Este equipamento faz uma proteção mais completa e eficiente que o filtro de linha. Ele é o responsável por manter a tensão da saída normalizada, transformando altas e baixas tensões em tensões constantes, funcionando como uma espécie de funil.
Este equipamento faz uma proteção mais completa e eficiente que o filtro de linha. Ele é o responsável por manter a tensão da saída normalizada, transformando altas e baixas tensões em tensões constantes, funcionando como uma espécie de funil.
O estabilizador procura manter uma tensão constante e estável, ou seja, se na rede elétrica houver picos ou ocorrer um aumento ou queda de tensão, o equipamento entra em cena e compensa essa diferença. Ele também possui varistores e fusíveis. Seu funcionamento é simples, porém muito útil.
Sua necessidade se deve porque a rede elétrica possui uma tensão alternada (entre 110v e 127v) e o computador utiliza uma tensão contínua. Então, eles corrigem a tensão da rede elétrica para fornecer aos equipamentos uma alimentação estável e segura. Eles protegem os equipamentos contra sobretensão, subtensão e transientes.
Caso haja uma variação muito forte na corrente elétrica, ele se queima para não danificar o computador. Em muitos casos, uma simples troca de fusível “ressuscita” o estabilizador.
Existem no mercado estabilizadores mais baratos, em média 30 e 40 reais, mas que são ineficientes. Uma comparação feita pela Proteste, reprovou 7 das 8 marcas comercializadas no país. Esses estabilizadores não exerciam sua principal função: estabilizar a tensão. Mas ainda existem à venda estabilizadores que realmente dão conta do recado, porém um pouco mais caros. As marcas indicadas são APC, Ragtech e Microsol.
No-Break
O no-break é o melhor sistema de proteção e o mais completo de todos.
O no-break é o melhor sistema de proteção e o mais completo de todos.
Sua diferença crucial em relação ao estabilizador é que além de estabilizar a tensão, na falta de energia, ele continua alimentando o seu micro por um determinado tempo para que você possa utilizar mais um pouquinho o PC, salvar tudo e desligá-lo em segurança. Isso se deve ao fato do no-break possuir uma bateria, que é carregada enquanto a rede elétrica está funcionando normalmente. Essa bateria possui uma autonomia, que é o tempo em que ela sustenta o computador ligado. Esse tempo varia em no-breaks normais, de 10 a 15 minutos de energia. Por isso não é recomendado ficar usando o computador como se nada tivesse acontecido. Para que a autonomia seja maior, é recomendável que se ligue somente o computador e o monitor ao no-break, evitando a conexão de outros periféricos que contribuem para o esgotamento mais rápido da bateria.
Também existem no mercado, no-breaks com suporte a baterias extras. Assim você pode comprar uma bateria adicional e aumentar a autonomia para poder utilizar o seu computador por um tempo razoável.
Atualmente existem dois tipos de no-break: os On-Line e os Off-Line.
-Offline
Este tipo de No-break é o mais barato, porém apresenta um retardo em seu acionamento. Quando a luz acaba, este tipo demora um tempo (coisa de milissegundos) para detectar a falta de energia e então acionar a bateria. Este atraso é imperceptível, porém pode danificar os componentes mais sensíveis ou ocorrer travamentos.
Este tipo de No-break é o mais barato, porém apresenta um retardo em seu acionamento. Quando a luz acaba, este tipo demora um tempo (coisa de milissegundos) para detectar a falta de energia e então acionar a bateria. Este atraso é imperceptível, porém pode danificar os componentes mais sensíveis ou ocorrer travamentos.
-Online
É o tipo de no-break que custa mais, mas por isso também tem suas vantagens. Ele proporciona uma maior segurança ao usuário por não oferecer nenhum tipo de retardo. O produto oferece algumas vantagens em relação ao modelo offline.
É o tipo de no-break que custa mais, mas por isso também tem suas vantagens. Ele proporciona uma maior segurança ao usuário por não oferecer nenhum tipo de retardo. O produto oferece algumas vantagens em relação ao modelo offline.
Neste tipo de no-break a bateria fica constantemente em funcionamento, isto é, a energia vem da tomada e passa pela bateria que alimenta o computador.
Quer dizer que em nenhuma ocasião haverá uma desestabilidade no fornecimento de energia. Este método não há risco de danos para os componentes e nem atrasos no funcionamento do computador, é um sistema inteligente. Esses modelos geralmente já vêm com módulo estabilizador embutido evitando assim, a compra de um estabilizador em separado.
Na hora de comprar seu no-break, se tiver condições, opte por produtos com uma potência de 1Kva ou superior. Um no-break tem preço muito variado, os mais baratos custam a partir de 220 reais. As marcas recomendadas são APC e SMS.
Algumas dicas:
Logo a seguir estão listadas algumas dicas para proteger o computador e seus componentes, e assim aumentar a vida útil deles:
- Quando houver tempestades muito fortes, desligue o seu computador da tomada. Se você usa a internet discada, também desconecte o cabo telefônico do modem.
- Utilize o desligamento automático do monitor, deste jeito você estará economizando energia e aliviando a conta de luz no fim do mês.
- Não se esqueça de desligar o botão do estabilizador quando não estiver utilizando o computador, caso contrário, mesmo com PC desligado estará gastando energia.
- Sempre compre produtos certificados pelo Inmetro. Eles são exaustivamente testados quanto á sua eficiência antes de irem ao consumidor final.
Fonte: http://www.dica-pc.blogspot.com/2010/08/no-brake-estabilizador-e-filtro-de.html
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