O Remo está sem barco!
Todos os dias antes de dormir costumo ouvir um programa esportivo de uma emissora local onde a notícia principal é a situação atual em que se encontra o time do Remo.
Apesar de ser torcedor do Paysandu, porém, nunca havia presenciado em toda a história do Leão Azul Paraense o clube chegar aonde chegou. É lamentável ter que conviver com esta situação gravíssima do clube que através de seu Presidente se empenha ao máximo para sanear as dívidas existentes.
Outro dia encontrava-me numa loja de departamentos de nossa cidade e comprovei a presença do jogador Fábio Oliveira e mais dois colegas seus de profissão que após a partida num sábado contra o time do coritiba realizada no Paraná e já de volta a capital paraense no dia seguinte, ou seja, domingo pela manhã, se posicionavam na fila do caixa com o carrinho de compras cheio de caixas de cerveja. Nada contra a vontade de beber, pois não compete a mim julgar. Todavia, esses jogadores deveriam pelo menos preservar suas imagens de homens públicos para que não viesse a ser uma justificativa a mais do porque que o time não vem rendendo o suficiente em campo.
São tantos os problemas do clube que esse episódio acaba sendo de menos. Sinceramente, sinto até uma certa piedade do Presidente Sr. Raimundo Ribeiro, que tenta de todas as formas resolver os problemas, porém, sem sucesso.
Particularmente eu acho dificil o time se manter na Série B, o que afundará ainda mais o nosso futebol. Jamais pensaria que um dia os dois grandes rivais iriam se encontrar na tão sofrida terceirona do campeonato brasileiro. Só nos resta esperar e ver como os acontecimentos irão se concretizar.
Infeliz também foi a colocação do jogador Vélber que usou o microfone da emissora para expor sua insatisfação ao dizer que o Presidente deveria ter vergonha na cara e pagar os jogadores.
É até compreensível o fato dos jogadores estarem sem receber salários durante 3 meses, porém, esse jogador até que poderia falar o que disse, mas até pelo fato de ser um jogador da terra, que teve o reconhecimento do clube em contratá-lo não deveria ter dado esse depoimento. Que os problemas existem disso todo mundo sabe, mas não vai ser por esse caminho que serão resolvidos.
De uma coisa eu tenho certeza: Os problemas do time do Remo não são a falta de técnico e nem de jogadores, mas sim financeiros. Até acho que o plantel é muito bom, tem jogadores de qualidade, mas sem dinheiro, dificilmente irão render o esperado.
O respeito ao torcedor deve ser a prioridade de qualquer jogador profissional. Eles deveriam atentar que o torcedor não é o culpado pela situação atual do time. Ao invés de provarem em campo que a situação pode ser resolvida, preferem optar pelas farras e consumo de bebidas alcoólicas.
O Fábio Oliveria é o artilheiro do campeonato. Mas de que adianta essa façanha se após terminar o campeonato ele irá embora e o destino do time será novamente a queda para a terceira divisão?
Está na hora dos jogadores se vestirem de homens e retirar o time desta situação. Se eles optaram em jogar num time da segunda divisão quando aqui chegaram, o mínimo que eles poderiam fazer era mantê-lo na mesma divisão.
Blog voltado para assuntos relativos a eletricidade e segurança do trabalho.
A Base do Sucesso
"Acho que a base do sucesso em qualquer atividade está primeiro em se ter uma oportunidade que geralmente acontece não porque você cria o momento, mas sim porque alguém chega e abre uma porta" . (Ayrton Senna da Silva, Piloto Tri-Campeão Mundial de Fórmula-1).
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
sábado, 18 de agosto de 2007
A injustiça da Justiça!
No início do mês de agosto/2007, ao ligar para uma empresa telefônica com o objetivo de fazer uma assinatura de internet banda larga, o funcionário que estava me atendendo ao chegar ao final do preenchimento de minha ficha cadastral me deu a surpresa noticia de que meu nome encontrava-se com restrições, pois estava incluso no SERASA e que lamentavelmente não poderia prosseguir na efetivação da assinatura.
Como não dava para prosseguirmos adiante, a opção foi eu me dirigir até o SERASA para saber do porque da tal inclusão, uma vez que estava com minhas contas pagas e em dia. Lá chegando, tive que enfrentar uma fila imensa, já que o atendimento ficava numa sala onde uma única funcionária de posse de um terminal de computador fazia a consulta no sistema mediante forencimento do RG ou CPF para depois imprimir um comprovante de pendencia a ser entregue ao solicitante.
Para minha surpresa, o sistema indicava que meu nomo havia sido incluso no SERASA por uma outra empresa telefônica no referido cadastro de inadimplente por não ter pago a conta de um aparelho celular que de acordo com esta operadora, foi por mim comprado na cidade de São Paulo. O valor do débito acumula-se em torno de R$ 1,700,00 no período de Setembro a Novembro de 2006.
Desloquei-me até uma loja de atendimento da referida operadora que fica num Shopping Center de minha cidade e lá chegando comuniquei ao atendente que nunca estive em São Paulo e sequer havia feito tal compra do aparelho, logo estava havendo algum engano por parte da empresa. Imaginava até que tinha sido um aparelho celular de cartão que havia comprado para o meu filho e que com o tempo por falta de uso, deixe de abastecer os créditos. Porém, o referido funcionário me disse que se tratava de um outro número e que não podia resolver minha situação. O mesmo colocou-me para falar com a Central de Atendimento da empresa em que foi confirmada a suposta compra. Novamente informei a funcionária que seria impossível ter feito tal compra, pois nunca havia estado na cidade de São Paulo.
Após confirmação de todos os meus dados, ela me informou que teria que fazer uma carta de próprio punho alegando que desconhecia a compra realizada na referida cidade, assim como também o valor do consumo a ser pago, e que eu teria que esperar o posicionamento da empresa por um prazo máximo de até cinco dias para que fosse feito um rastreamento do que de fato ocorreu para motivar tal situação.
Passados exatamente quinze dias, meu caso não foi resolvido. Após três tentativas frustrantes de tentar solucionar o problema junto ao serviço 0800 da empresa telefônica, decidi não mais seguir adiante, pois cabia a mesma retornar com a informação e provável solução para o caso.
Enquanto aguardava a posição da empresa, entrei em contato com um amigo que é advogado, o qual me indicou para um outro advogado, amigo seu, para entrar com uma ação indenizatória por perdas e danos diante da empresa telefônica.
Todavia, vi o quanto a nossa justiça ainda é lenta e injusta. O referido profissional me orientou de que eu precisaria arcar com um custo inicial de R$ 350,00 para dar entrada ao processo por se tratar de uma ação cível. Retornei a ligação ao amigo inicial, e disse-lhe o valor da quantia que precisava desembolsar, pois o mesmo havia me dito que só iria arcar com os honorários, ao final da ação. Completou dizendo que a justiça é assim mesmo, e ainda é lenta. No meu caso, a primeira audiência se daria no mínimo em 3 meses, tempo muito longo, pois estava querendo assinar o referido serviço de banda larga com a outra empresa.
Ele ainda me adiantou que normalmente essas causas são caras, pois caso houvesse recurso pela empresa reclamada, novos custos eu teria que arcar, além de encarecer ainda mais os honorários.
Decidi parar por ali, pois não dispunha de dinheiro suficiente para arcar com as despesas que porventura viessem adiante.
Situações essas que nos deixam frustrados. Como resolver a questão se não tenho a quem me dirigir. A quem apelar? Se de um lado temos a justiça para fazer valer os nossos direitos, mas por ser cara e lenta, desestimula qualquer um a seguir adiante. A não ser par os que têm condições de levar adiante o processo arcando com as despesas.
Liguei insistentemente para a empresa, cheguei até a passar e-mail, porém, sem sucesso.
Só me resta continuar insistindo nas ligações e torcer para que a situação seja a mais breve possível resolvida.
É por tudo isso que acredito que é uma injustiça a nossa justiça...
No início do mês de agosto/2007, ao ligar para uma empresa telefônica com o objetivo de fazer uma assinatura de internet banda larga, o funcionário que estava me atendendo ao chegar ao final do preenchimento de minha ficha cadastral me deu a surpresa noticia de que meu nome encontrava-se com restrições, pois estava incluso no SERASA e que lamentavelmente não poderia prosseguir na efetivação da assinatura.
Como não dava para prosseguirmos adiante, a opção foi eu me dirigir até o SERASA para saber do porque da tal inclusão, uma vez que estava com minhas contas pagas e em dia. Lá chegando, tive que enfrentar uma fila imensa, já que o atendimento ficava numa sala onde uma única funcionária de posse de um terminal de computador fazia a consulta no sistema mediante forencimento do RG ou CPF para depois imprimir um comprovante de pendencia a ser entregue ao solicitante.
Para minha surpresa, o sistema indicava que meu nomo havia sido incluso no SERASA por uma outra empresa telefônica no referido cadastro de inadimplente por não ter pago a conta de um aparelho celular que de acordo com esta operadora, foi por mim comprado na cidade de São Paulo. O valor do débito acumula-se em torno de R$ 1,700,00 no período de Setembro a Novembro de 2006.
Desloquei-me até uma loja de atendimento da referida operadora que fica num Shopping Center de minha cidade e lá chegando comuniquei ao atendente que nunca estive em São Paulo e sequer havia feito tal compra do aparelho, logo estava havendo algum engano por parte da empresa. Imaginava até que tinha sido um aparelho celular de cartão que havia comprado para o meu filho e que com o tempo por falta de uso, deixe de abastecer os créditos. Porém, o referido funcionário me disse que se tratava de um outro número e que não podia resolver minha situação. O mesmo colocou-me para falar com a Central de Atendimento da empresa em que foi confirmada a suposta compra. Novamente informei a funcionária que seria impossível ter feito tal compra, pois nunca havia estado na cidade de São Paulo.
Após confirmação de todos os meus dados, ela me informou que teria que fazer uma carta de próprio punho alegando que desconhecia a compra realizada na referida cidade, assim como também o valor do consumo a ser pago, e que eu teria que esperar o posicionamento da empresa por um prazo máximo de até cinco dias para que fosse feito um rastreamento do que de fato ocorreu para motivar tal situação.
Passados exatamente quinze dias, meu caso não foi resolvido. Após três tentativas frustrantes de tentar solucionar o problema junto ao serviço 0800 da empresa telefônica, decidi não mais seguir adiante, pois cabia a mesma retornar com a informação e provável solução para o caso.
Enquanto aguardava a posição da empresa, entrei em contato com um amigo que é advogado, o qual me indicou para um outro advogado, amigo seu, para entrar com uma ação indenizatória por perdas e danos diante da empresa telefônica.
Todavia, vi o quanto a nossa justiça ainda é lenta e injusta. O referido profissional me orientou de que eu precisaria arcar com um custo inicial de R$ 350,00 para dar entrada ao processo por se tratar de uma ação cível. Retornei a ligação ao amigo inicial, e disse-lhe o valor da quantia que precisava desembolsar, pois o mesmo havia me dito que só iria arcar com os honorários, ao final da ação. Completou dizendo que a justiça é assim mesmo, e ainda é lenta. No meu caso, a primeira audiência se daria no mínimo em 3 meses, tempo muito longo, pois estava querendo assinar o referido serviço de banda larga com a outra empresa.
Ele ainda me adiantou que normalmente essas causas são caras, pois caso houvesse recurso pela empresa reclamada, novos custos eu teria que arcar, além de encarecer ainda mais os honorários.
Decidi parar por ali, pois não dispunha de dinheiro suficiente para arcar com as despesas que porventura viessem adiante.
Situações essas que nos deixam frustrados. Como resolver a questão se não tenho a quem me dirigir. A quem apelar? Se de um lado temos a justiça para fazer valer os nossos direitos, mas por ser cara e lenta, desestimula qualquer um a seguir adiante. A não ser par os que têm condições de levar adiante o processo arcando com as despesas.
Liguei insistentemente para a empresa, cheguei até a passar e-mail, porém, sem sucesso.
Só me resta continuar insistindo nas ligações e torcer para que a situação seja a mais breve possível resolvida.
É por tudo isso que acredito que é uma injustiça a nossa justiça...
terça-feira, 31 de julho de 2007
A difícil missão de um cancelamento
Após ter efetuado o pagamento da fatura de minha linha telefônica de uma operadora, liguei para o serviço 0800 da companhia para solicitar o cancelamento da referida linha, pois como possuo duas linhas telefônicas, pretendo ficar somente com uma delas. Para minha surpresa, tive que passar por todo o protocolo que a tecnologia oferece quando se utiliza esse tipo de serviço.
O calvário começa da seguinte maneira: Primeiramente discamos o serviço 0800 da operadora. Depois é preciso ouvir toda aquela mensagem de uma gravação de voz de uma moça bem educada e gentil. Seguindo adiante digitamos a opção desejada para o serviço. Feito isto esperamos a gravação solicitar que é preciso digitar o DDD da cidade de onde se está falando seguida do número do telefone desejado. Ao terminar os comandos a gravação irá responder que será preciso ligar para um outro número a fim de poder fazer a solicitação.
Reiniciada novamente a operação no novo número, digitamos novamente a opção desejada, depois digitamos novamente o DDD da cidade de onde se está falando seguido do número do telefone desejado. A seguir a gravação envia o cliente a um sub-menu que vai realizar novamente uma seqüência de números a serem digitados de conformidade com à opção desejada. Digitada a opção desejada uma nova gravação irá informar de que a conversa será gravada e em seguida pede para que esperemos para sermos atendidos por uma das atendentes da operadora.
Certo de que o sofrimento estava acabado, fiquei exatamente 28 minutos conferido em meu relógio esperando no telefone e ouvindo constantemente aquela famosa “musiquinha” de espera e nada da atendente me atender. Cansado de tanto esperar resolvi desligar a ligação para tentar novamente ver se consigo realizar o tal cancelamento da conta telefônica em uma outra ocasião.
Confesso que senti saudades do tempo em que esse serviço era estatizado. Não que o mesmo era também “mil maravilhas”, mas pelo menos tenho certeza de que não ficaria todos aqueles minutos esperando para ser atendido.
A privatização dos serviços essenciais em nosso País só beneficiou o capital privado que abusa de nossos direitos. Pagamos um serviço caro para ter uma prestação de serviço precária e inoperante. É bem verdade que os números de consumidores que possuem telefones aumentaram, que hoje qualquer um pode ter um celular, mas ainda se paga muito caro para se usurfruir do mínimo que se tem direito. O consumidor é sempre prejudicado e o que é pior tem que se sujeitar a esse tipo de coisa, pois se não esperar a atendente atender, o único jeito é desligar a ligação e tentar novamente outra vez.
Sei que existe o Procom que é o órgão de defesa do consumidor, mas o transtorno que levarei para conseguir que minha reivindicação seja atendida faz com que desista de procurar meus direitos. Pode ser até comodismo de minha parte, mas no meu entender isso é um assunto que não deveria ser levado ao Procom, já que é um direito que tenho como consumidor de ser bem atendido. É o mínimo que a operadora poderia fazer para comigo que sou seu cliente.
Se falássemos diretamente com uma atendente sem passar por essas gravações iniciais o serviço seria bem mais agilizado e eficaz.
É o homem dando prioridade à tecnologia em detrimento de novas oportunidades de emprego as pessoas que precisam trabalhar para o mantimento de seus sustentos e de seus familiares.
Pior do que isso é que ainda existem pessoas que apóiam e defendem essas práticas. Não que seja contra a modernidade e o avanço tecnológico, porém, como sempre afirmo junto a meus colegas de trabalho que enquanto o homem avançar no intelecto criando máquinas modernas e eficazes mas não pensar nas condições sociais da humanidade e as conseqüências que esses inventos trazem ao ser humano, continuarão ainda na exploração da mão-de-obra de muitos para enriquecimento de poucos.
Veja uma máquina de lavar louças. É um excelente invento, mas quem tem condições de ter uma em seu lar? A lavadora de roupas que também é essencial, é outro bem que infelizmente nem todos podem ter.
Quando o homem se empenhar em criar mecanismos sejam eles através de inventos ou ações para atender as reais necessidades de cada ser humano, aí sim estaremos dando um grande passo ao progresso da humanidade.
Talvez numa próxima tentativa junto a operadora eu tenha mais sorte e consiga finalmente fazer o cancelamento pretendido de minha linha telefônica.
Após ter efetuado o pagamento da fatura de minha linha telefônica de uma operadora, liguei para o serviço 0800 da companhia para solicitar o cancelamento da referida linha, pois como possuo duas linhas telefônicas, pretendo ficar somente com uma delas. Para minha surpresa, tive que passar por todo o protocolo que a tecnologia oferece quando se utiliza esse tipo de serviço.
O calvário começa da seguinte maneira: Primeiramente discamos o serviço 0800 da operadora. Depois é preciso ouvir toda aquela mensagem de uma gravação de voz de uma moça bem educada e gentil. Seguindo adiante digitamos a opção desejada para o serviço. Feito isto esperamos a gravação solicitar que é preciso digitar o DDD da cidade de onde se está falando seguida do número do telefone desejado. Ao terminar os comandos a gravação irá responder que será preciso ligar para um outro número a fim de poder fazer a solicitação.
Reiniciada novamente a operação no novo número, digitamos novamente a opção desejada, depois digitamos novamente o DDD da cidade de onde se está falando seguido do número do telefone desejado. A seguir a gravação envia o cliente a um sub-menu que vai realizar novamente uma seqüência de números a serem digitados de conformidade com à opção desejada. Digitada a opção desejada uma nova gravação irá informar de que a conversa será gravada e em seguida pede para que esperemos para sermos atendidos por uma das atendentes da operadora.
Certo de que o sofrimento estava acabado, fiquei exatamente 28 minutos conferido em meu relógio esperando no telefone e ouvindo constantemente aquela famosa “musiquinha” de espera e nada da atendente me atender. Cansado de tanto esperar resolvi desligar a ligação para tentar novamente ver se consigo realizar o tal cancelamento da conta telefônica em uma outra ocasião.
Confesso que senti saudades do tempo em que esse serviço era estatizado. Não que o mesmo era também “mil maravilhas”, mas pelo menos tenho certeza de que não ficaria todos aqueles minutos esperando para ser atendido.
A privatização dos serviços essenciais em nosso País só beneficiou o capital privado que abusa de nossos direitos. Pagamos um serviço caro para ter uma prestação de serviço precária e inoperante. É bem verdade que os números de consumidores que possuem telefones aumentaram, que hoje qualquer um pode ter um celular, mas ainda se paga muito caro para se usurfruir do mínimo que se tem direito. O consumidor é sempre prejudicado e o que é pior tem que se sujeitar a esse tipo de coisa, pois se não esperar a atendente atender, o único jeito é desligar a ligação e tentar novamente outra vez.
Sei que existe o Procom que é o órgão de defesa do consumidor, mas o transtorno que levarei para conseguir que minha reivindicação seja atendida faz com que desista de procurar meus direitos. Pode ser até comodismo de minha parte, mas no meu entender isso é um assunto que não deveria ser levado ao Procom, já que é um direito que tenho como consumidor de ser bem atendido. É o mínimo que a operadora poderia fazer para comigo que sou seu cliente.
Se falássemos diretamente com uma atendente sem passar por essas gravações iniciais o serviço seria bem mais agilizado e eficaz.
É o homem dando prioridade à tecnologia em detrimento de novas oportunidades de emprego as pessoas que precisam trabalhar para o mantimento de seus sustentos e de seus familiares.
Pior do que isso é que ainda existem pessoas que apóiam e defendem essas práticas. Não que seja contra a modernidade e o avanço tecnológico, porém, como sempre afirmo junto a meus colegas de trabalho que enquanto o homem avançar no intelecto criando máquinas modernas e eficazes mas não pensar nas condições sociais da humanidade e as conseqüências que esses inventos trazem ao ser humano, continuarão ainda na exploração da mão-de-obra de muitos para enriquecimento de poucos.
Veja uma máquina de lavar louças. É um excelente invento, mas quem tem condições de ter uma em seu lar? A lavadora de roupas que também é essencial, é outro bem que infelizmente nem todos podem ter.
Quando o homem se empenhar em criar mecanismos sejam eles através de inventos ou ações para atender as reais necessidades de cada ser humano, aí sim estaremos dando um grande passo ao progresso da humanidade.
Talvez numa próxima tentativa junto a operadora eu tenha mais sorte e consiga finalmente fazer o cancelamento pretendido de minha linha telefônica.
domingo, 29 de julho de 2007
Paysandu, um lágrima, um adeus à Série B de 2008...
Quem foi ao estádio da curuzu hoje, 29/07/07 pela parte da tarde, lamentou profundamente a saída prematura do Paysandu logo na primeira fase da série C, a famosa “Terceirona” diante do desconhecido time do Araguaína-TO ao perder pelo placar de 2x0.
De nada adiantou o time do Ananindeua se esforçar na partida de véspera para arrancar um empate dentro da casa do adversário, o Imperatriz-MA, mantendo as chances de classificação do time bicolor na competição. Com a derrota, o time do Paysandu não só deu adeus a sua ascensão à série B de 2008, como prejudicou o time do Ananindeua, pois agora terá que trazer pelo menos um empate na bagagem se quiser passar para a fase seguinte da competição, pois se perder, poderá ceder sua classificação para o Imperatriz-MA caso este venha a vencer o Paysandu na rodada final.
Há jogadores famosos no elenco bicolor que chegaram a afirmar após a partida que durante sua vida dentro do clube esse é o pior time que já existiu. Também pudera, a diretoria trouxe um "caminhão" de jogadores de baixo índice técnico, e não se preocupou em mudar o planejamento logo nos momentos iniciais quando viu que o time não tinha qualidade ao fazer alguns jogos amistosos e sair com resultados medíocres.
Eu que estive no estádio pude ver que o futebol apresentado pelo time no primeiro tempo se tivesse que ganhar seria por um placar mínimo, pois o jogo não tinha qualidade técnica por parte da maioria dos jogadores. Com todo respeito aos mesmos, mas o que se vê em campo é que são jogadores acostumados a jogar em times sem expressão e que não possuem grandes torcidas, possuem um baixo índice técnico fazendo com que o time viesse se despencando durante a competição. Também não possuem poder de reação diante de um placar adverso, diferente de outras épocas em que o Paysandu iniciava perdendo, mas ia buscar o resultado partindo pra cima do adversário.
O pior que até jogadores já consagrados na curuzu, como Balão, Ricardo Oliveira, Sam, o goleiro Ronaldo e tantos outros parece até que foram "contaminados" pelos demais, pois não conseguiam mudar o panorama das partidas.
Há de se comentar também que o time do Araguaína foi duas vezes ao ataque, porém, soube aproveitar as chances e converte-las em gols, não acontecendo o mesmo pelo lado do Papão que teve 26 chances de gols, mas todas desperdiçadas.
O ditado de que "nem sempre vence o melhor" não se aplica ao time do Papão que a meu ver possui um plantel em que a grande maioria dos jogadores são de péssima qualidade e sem habilidade com a bola.
A torcida revoltada e com razão se fez valer do seu direito protestando conta a diretoria que fez sua defesa alegando que "o planejamento não saiu conforme esperado".
Ora, um time que teve tanto tempo para treinar e se ajustar, no mínimo era para mostrar um melhor futebol em campo. Foi vergonhosa a atuação do time. Eu mesmo já vinha dizendo que ele não chegaria até a fase final. Não precisa ser “expert” em futebol para concluir isso, bastava ir ao estádio e cada um tirar suas próprias conclusões.
Entendo que a diretoria atual usa como justificativa o “rombo” financeiro deixado pela diretoria passada, mas mesmo assim isso não é desculpa. A atual diretoria errou e precisa assumir isso. Os jogadores que aí estão não pediram para vir jogar aqui, mas se vieram é porque foram contratados e quem os contratou?
Futebol se vive de resultados. Times que possuem grande torcida são muito cobrados. A diretoria deveria perceber isso e se esforçar para botar em campo um time competitivo.
Os times da Tuna e do Ananindeua estão fazendo uma excelente campanha, mas se perderem uma partida diante de um time sem expressão isso não impacta tanto na diretoria e no seu treinador porque não possuem uma grande torcida como Remo e Paysandu. É preciso que se observe isso. Um treinador nesses clubes com certeza é menos cobrado do que se ele for atuar no Remo ou no Paysandu. Temos o exemplo do Charles Guerreiro que perdeu a partida em casa no Sábado em pleno Mangueirão para o Marília e o time do Remo foi cobrado uma barbaridade pelo resultado negativo.
Espera-se com todos esses percalços que a diretoria do Paysandu possa mais uma vez aprender que "o barato sai caro" e mude a sua mentalidade daqui pra frente.
Sempre defendi que o time precisa sim ter jogadores rodados e mais experientes e o resto se une com a nossa “prata-da-casa”. Como exemplo temos o jogador Sam, que atualmente no elenco do Paysandu a meu ver é o melhor jogador que o time tem. Sabe se posicionar, tem vigor físico, dificilmente perde uma bola, porém, "uma andorinha só não faz verão"...
Agora aos torcedores do Paysandu o qual faço parte, só resta aguardar, pois o tempo cura as feridas. Futebol é assim, às vezes é cruel e as coisas não saem como se deseja.
Outro jogador que merece minha consideração é Ricardo Oliveira. Veste a camisa do clube, defende, ataca, corre o campo inteiro mas que neste jogo contra o Araguaína, foi infeliz, pois um dos gols saiu devida uma falha sua. As coisas são assim, quando o time vai mal, todos jogam mal.
Eu sou conhecido no meu trabalho como alguém muito esperançoso, e é verdade, pois só jogo a toalha no último suspiro, mas desta vez, as esperanças foram por terra...
Mesmo que o time do Paysandu passasse para a segunda fase da competição, mas o futebol apresentado por alguns jogadores me levava a concluir que o time não iria muito longe.
Minhas observações estavam certas e se concretizaram. Seria melhor se eu estivesse errado. Estaríamos sofrendo menos agora.
Quem foi ao estádio da curuzu hoje, 29/07/07 pela parte da tarde, lamentou profundamente a saída prematura do Paysandu logo na primeira fase da série C, a famosa “Terceirona” diante do desconhecido time do Araguaína-TO ao perder pelo placar de 2x0.
De nada adiantou o time do Ananindeua se esforçar na partida de véspera para arrancar um empate dentro da casa do adversário, o Imperatriz-MA, mantendo as chances de classificação do time bicolor na competição. Com a derrota, o time do Paysandu não só deu adeus a sua ascensão à série B de 2008, como prejudicou o time do Ananindeua, pois agora terá que trazer pelo menos um empate na bagagem se quiser passar para a fase seguinte da competição, pois se perder, poderá ceder sua classificação para o Imperatriz-MA caso este venha a vencer o Paysandu na rodada final.
Há jogadores famosos no elenco bicolor que chegaram a afirmar após a partida que durante sua vida dentro do clube esse é o pior time que já existiu. Também pudera, a diretoria trouxe um "caminhão" de jogadores de baixo índice técnico, e não se preocupou em mudar o planejamento logo nos momentos iniciais quando viu que o time não tinha qualidade ao fazer alguns jogos amistosos e sair com resultados medíocres.
Eu que estive no estádio pude ver que o futebol apresentado pelo time no primeiro tempo se tivesse que ganhar seria por um placar mínimo, pois o jogo não tinha qualidade técnica por parte da maioria dos jogadores. Com todo respeito aos mesmos, mas o que se vê em campo é que são jogadores acostumados a jogar em times sem expressão e que não possuem grandes torcidas, possuem um baixo índice técnico fazendo com que o time viesse se despencando durante a competição. Também não possuem poder de reação diante de um placar adverso, diferente de outras épocas em que o Paysandu iniciava perdendo, mas ia buscar o resultado partindo pra cima do adversário.
O pior que até jogadores já consagrados na curuzu, como Balão, Ricardo Oliveira, Sam, o goleiro Ronaldo e tantos outros parece até que foram "contaminados" pelos demais, pois não conseguiam mudar o panorama das partidas.
Há de se comentar também que o time do Araguaína foi duas vezes ao ataque, porém, soube aproveitar as chances e converte-las em gols, não acontecendo o mesmo pelo lado do Papão que teve 26 chances de gols, mas todas desperdiçadas.
O ditado de que "nem sempre vence o melhor" não se aplica ao time do Papão que a meu ver possui um plantel em que a grande maioria dos jogadores são de péssima qualidade e sem habilidade com a bola.
A torcida revoltada e com razão se fez valer do seu direito protestando conta a diretoria que fez sua defesa alegando que "o planejamento não saiu conforme esperado".
Ora, um time que teve tanto tempo para treinar e se ajustar, no mínimo era para mostrar um melhor futebol em campo. Foi vergonhosa a atuação do time. Eu mesmo já vinha dizendo que ele não chegaria até a fase final. Não precisa ser “expert” em futebol para concluir isso, bastava ir ao estádio e cada um tirar suas próprias conclusões.
Entendo que a diretoria atual usa como justificativa o “rombo” financeiro deixado pela diretoria passada, mas mesmo assim isso não é desculpa. A atual diretoria errou e precisa assumir isso. Os jogadores que aí estão não pediram para vir jogar aqui, mas se vieram é porque foram contratados e quem os contratou?
Futebol se vive de resultados. Times que possuem grande torcida são muito cobrados. A diretoria deveria perceber isso e se esforçar para botar em campo um time competitivo.
Os times da Tuna e do Ananindeua estão fazendo uma excelente campanha, mas se perderem uma partida diante de um time sem expressão isso não impacta tanto na diretoria e no seu treinador porque não possuem uma grande torcida como Remo e Paysandu. É preciso que se observe isso. Um treinador nesses clubes com certeza é menos cobrado do que se ele for atuar no Remo ou no Paysandu. Temos o exemplo do Charles Guerreiro que perdeu a partida em casa no Sábado em pleno Mangueirão para o Marília e o time do Remo foi cobrado uma barbaridade pelo resultado negativo.
Espera-se com todos esses percalços que a diretoria do Paysandu possa mais uma vez aprender que "o barato sai caro" e mude a sua mentalidade daqui pra frente.
Sempre defendi que o time precisa sim ter jogadores rodados e mais experientes e o resto se une com a nossa “prata-da-casa”. Como exemplo temos o jogador Sam, que atualmente no elenco do Paysandu a meu ver é o melhor jogador que o time tem. Sabe se posicionar, tem vigor físico, dificilmente perde uma bola, porém, "uma andorinha só não faz verão"...
Agora aos torcedores do Paysandu o qual faço parte, só resta aguardar, pois o tempo cura as feridas. Futebol é assim, às vezes é cruel e as coisas não saem como se deseja.
Outro jogador que merece minha consideração é Ricardo Oliveira. Veste a camisa do clube, defende, ataca, corre o campo inteiro mas que neste jogo contra o Araguaína, foi infeliz, pois um dos gols saiu devida uma falha sua. As coisas são assim, quando o time vai mal, todos jogam mal.
Eu sou conhecido no meu trabalho como alguém muito esperançoso, e é verdade, pois só jogo a toalha no último suspiro, mas desta vez, as esperanças foram por terra...
Mesmo que o time do Paysandu passasse para a segunda fase da competição, mas o futebol apresentado por alguns jogadores me levava a concluir que o time não iria muito longe.
Minhas observações estavam certas e se concretizaram. Seria melhor se eu estivesse errado. Estaríamos sofrendo menos agora.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Religião não se discute, se pratica.
Ao entrar em uma sala de um setor administrativo do meu local de trabalho fui solicitado por uma colega para dar explicações a um outro colega que já tinha sido evangélico, mas que por razões pessoais, decidiu não mais seguir a religião que professava. Ele abordava aos presentes o quanto era descrente com relação ao assunto que se estava discutindo, no caso à reencarnação.
Apesar de o tema estar muito em voga, ninguém é obrigado a concordar com a teoria reencarnacionista, cabendo a cada um seguir na sua crença de acordo com o seu entendimento e evolução espiritual.
Diversas opiniões foram dadas e o colega não se dando por satisfeito resolveu me perguntar sobre o que eu achava, sendo que minha colega insistia para que eu falasse alguma coisa.
Acredito que todas as religiões merecem respeito por entender que têm o papel de direcionar seus adeptos a se tornarem homens de bem, no entanto, as divergências existem devido às interpretações dadas por cada uma delas sobre as inúmeras passagens contidas nos livros sagrados dentre eles a Bíblia.
Sem querer trazer o tema à tona por achar que aquele não era o momento e o local adequado para tal explicação, optei em ficar calado, pois fica difícil num primeiro diálogo querer que uma pessoa de imediato acredite na reencarnação. Adiantei ao referido colega que ele deveria ter continuado em sua religião, procurando entender os seus princípios a fim de equacionar seus questionamentos. Que o mesmo deveria conversar com as pessoas que gozam de um conhecimento mais profundo dentro da religião que havia abandonado.
Vale ressaltar que toda e qualquer fundamentação utilizada para comprovar a teoria da reencarnação deve ser primeiramente pautada nos fenômenos da matéria, suas leis e princípios que regem as diversas propriedades constituintes dos corpos materiais. Querer convencer alguém sem partir deste princípio, é perda de tempo, pois dificilmente a pessoa irá concordar com o que está sendo colocado.
O diálogo será mais proveitoso se a pessoa for esclarecida sobre a existência do mundo físico, suas leis e os diversos fenômenos que regem a constituição física dos corpos e elementos materiais. Dialogar sobre o amor universal de Deus por todos os seus filhos, as diferenças existentes entre raças, intelectualidade, posições sociais, o porquê de uns nascerem na miséria e outros na riqueza, e assim por diante.
Como o colega estava insistindo bastante para que eu o convencesse de que estava certo, mas que mesmo assim ele não acreditaria em nenhuma palavra do que iria falar, fiz uma solicitação dizendo que só iria prosseguir se ele me respondesse primeiramente a seguinte questão? Porque Deus em sua infinita misericórdia, que se diz amar a todos nós, seus filhos, sem distinção, que perdoa sempre, permite nascer uma criança completamente cega e deformada admitindo-se que não temos outra vida além da única que nos foi dada pelo nascimento? Não parece que Deus beneficia a uns dando-lhe um corpo perfeito e saudável e comete injustiças a outros criando corpos defeituosos e doentes?
Igualmente a todos aqueles em que faço essa mesma pergunta e que muitas das vezes gostam de me expor perante os presentes, ele também não soube responder, preferindo colocar a culpa na genética.
Então a genética é mais poderosa do que Deus ao ponto de ser ela o fator determinante para uma criança nascer cega? disse-lhe. Novamente outra questão não respondida, ficando no ar uma grande dúvida na cabeça de todos os presentes.
Finalizando, disse-lhe que deveríamos parar por ali até que ele respondesse a minha pergunta, ou se preferisse em uma outra ocasião e se estivesse realmente interessado em conversar sobre o porquê de eu acreditar na reencarnação, então eu estaria a sua disposição com todo prazer.
Na verdade, estava tentando induzir o companheiro a fazer sua própria análise de que há uma controvérsia muito grande sobre o que se tem como conceito de um Deus que ama indistintamente, mas que permite nascer um ser que não teve sequer a oportunidade de errar, e o que é mais conflitante, é sua criação.
Ora, se Deus ama a todos, e admitindo-se que a vida é única, não existindo, portanto, outras vidas e consequentemente a reencarnação, seria mais prudente aceitar que deveríamos todos nascer em iguais condições não existindo diferenças físicas ou posição social. Todavia, se nasce uma criança cega é porque deve existir uma causa. Admitindo-se que ela não pode ser punida pelo mal que não fez, nem pelo bem que deixou de fazer, pois não teve tempo sequer de errar ou acertar, e se Deus é justo, então essa causa deve ser justa. Assim, se esta causa não se encontra na vida presente, nossa razão aponta que ela só pode ter origem de uma vida passada, provando-se desta forma, dentro do crivo da lógica e da razão que a reencarnação existe.
Para muitos homens materialistas, a teoria reencarnacionista não consegue provar que seus conceitos e princípios devem ser aceitos como verdade, por outro lado, esses mesmos homens não conseguem provar que tal teoria é falsa, então fica o disse pelo não disse, cabendo a cada um aceitar de acordo com o que se pensa e se acredita.
Logo, foi com esse propósito que coloquei como título no início deste artigo que religião realmente não se discute, mas se pratica. Então compete a cada um seguir o seu credo e respeitar a crença que melhor nos convier, procurando nos esforçar diariamente para praticar o que cada uma das religiões tem em comum que é o Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Ao entrar em uma sala de um setor administrativo do meu local de trabalho fui solicitado por uma colega para dar explicações a um outro colega que já tinha sido evangélico, mas que por razões pessoais, decidiu não mais seguir a religião que professava. Ele abordava aos presentes o quanto era descrente com relação ao assunto que se estava discutindo, no caso à reencarnação.
Apesar de o tema estar muito em voga, ninguém é obrigado a concordar com a teoria reencarnacionista, cabendo a cada um seguir na sua crença de acordo com o seu entendimento e evolução espiritual.
Diversas opiniões foram dadas e o colega não se dando por satisfeito resolveu me perguntar sobre o que eu achava, sendo que minha colega insistia para que eu falasse alguma coisa.
Acredito que todas as religiões merecem respeito por entender que têm o papel de direcionar seus adeptos a se tornarem homens de bem, no entanto, as divergências existem devido às interpretações dadas por cada uma delas sobre as inúmeras passagens contidas nos livros sagrados dentre eles a Bíblia.
Sem querer trazer o tema à tona por achar que aquele não era o momento e o local adequado para tal explicação, optei em ficar calado, pois fica difícil num primeiro diálogo querer que uma pessoa de imediato acredite na reencarnação. Adiantei ao referido colega que ele deveria ter continuado em sua religião, procurando entender os seus princípios a fim de equacionar seus questionamentos. Que o mesmo deveria conversar com as pessoas que gozam de um conhecimento mais profundo dentro da religião que havia abandonado.
Vale ressaltar que toda e qualquer fundamentação utilizada para comprovar a teoria da reencarnação deve ser primeiramente pautada nos fenômenos da matéria, suas leis e princípios que regem as diversas propriedades constituintes dos corpos materiais. Querer convencer alguém sem partir deste princípio, é perda de tempo, pois dificilmente a pessoa irá concordar com o que está sendo colocado.
O diálogo será mais proveitoso se a pessoa for esclarecida sobre a existência do mundo físico, suas leis e os diversos fenômenos que regem a constituição física dos corpos e elementos materiais. Dialogar sobre o amor universal de Deus por todos os seus filhos, as diferenças existentes entre raças, intelectualidade, posições sociais, o porquê de uns nascerem na miséria e outros na riqueza, e assim por diante.
Como o colega estava insistindo bastante para que eu o convencesse de que estava certo, mas que mesmo assim ele não acreditaria em nenhuma palavra do que iria falar, fiz uma solicitação dizendo que só iria prosseguir se ele me respondesse primeiramente a seguinte questão? Porque Deus em sua infinita misericórdia, que se diz amar a todos nós, seus filhos, sem distinção, que perdoa sempre, permite nascer uma criança completamente cega e deformada admitindo-se que não temos outra vida além da única que nos foi dada pelo nascimento? Não parece que Deus beneficia a uns dando-lhe um corpo perfeito e saudável e comete injustiças a outros criando corpos defeituosos e doentes?
Igualmente a todos aqueles em que faço essa mesma pergunta e que muitas das vezes gostam de me expor perante os presentes, ele também não soube responder, preferindo colocar a culpa na genética.
Então a genética é mais poderosa do que Deus ao ponto de ser ela o fator determinante para uma criança nascer cega? disse-lhe. Novamente outra questão não respondida, ficando no ar uma grande dúvida na cabeça de todos os presentes.
Finalizando, disse-lhe que deveríamos parar por ali até que ele respondesse a minha pergunta, ou se preferisse em uma outra ocasião e se estivesse realmente interessado em conversar sobre o porquê de eu acreditar na reencarnação, então eu estaria a sua disposição com todo prazer.
Na verdade, estava tentando induzir o companheiro a fazer sua própria análise de que há uma controvérsia muito grande sobre o que se tem como conceito de um Deus que ama indistintamente, mas que permite nascer um ser que não teve sequer a oportunidade de errar, e o que é mais conflitante, é sua criação.
Ora, se Deus ama a todos, e admitindo-se que a vida é única, não existindo, portanto, outras vidas e consequentemente a reencarnação, seria mais prudente aceitar que deveríamos todos nascer em iguais condições não existindo diferenças físicas ou posição social. Todavia, se nasce uma criança cega é porque deve existir uma causa. Admitindo-se que ela não pode ser punida pelo mal que não fez, nem pelo bem que deixou de fazer, pois não teve tempo sequer de errar ou acertar, e se Deus é justo, então essa causa deve ser justa. Assim, se esta causa não se encontra na vida presente, nossa razão aponta que ela só pode ter origem de uma vida passada, provando-se desta forma, dentro do crivo da lógica e da razão que a reencarnação existe.
Para muitos homens materialistas, a teoria reencarnacionista não consegue provar que seus conceitos e princípios devem ser aceitos como verdade, por outro lado, esses mesmos homens não conseguem provar que tal teoria é falsa, então fica o disse pelo não disse, cabendo a cada um aceitar de acordo com o que se pensa e se acredita.
Logo, foi com esse propósito que coloquei como título no início deste artigo que religião realmente não se discute, mas se pratica. Então compete a cada um seguir o seu credo e respeitar a crença que melhor nos convier, procurando nos esforçar diariamente para praticar o que cada uma das religiões tem em comum que é o Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
sábado, 21 de julho de 2007
O acidente com o AirBus da TAM, de quem é a culpa?
O País ficou perplexo mais uma vez com outro acidente aéreo, desta vez ocorrido em São Paulo no Aeroporto de Congonhas, quando um Jato Airbus da TAM com 189 passageiros a bordo não conseguiu frear na pista, levando o piloto a tentar arremeter e sem sucesso, após atravessar uma avenida movimentada de automóveis, veio a se chocar contra um prédio da mesma companhia que operava no transporte de carga, explodindo em seguida e matando todos os seus ocupantes.
Como ex-funcionário de uma empresa aérea, onde trabalhei como técnico de manutenção de aeronaves nas especialidades de equipamentos eletrônicos, sistemas elétricos, sistemas diversos, instrumentos e estruturas de helicópteros, e conhecedor um pouco de alguns procedimentos de aviação, pois cheguei inclusive a iniciar um curso de piloto privado no aero-club do Pará, porém, não terminando o mesmo para atender ao pedido de minha mãe que tinha medo de um dia vir a morrer, em minha opinião, é prematuro emitir com certeza qual o fator principal que contribuiu para que o acidente fosse consumado.
Na verdade, vários são os fatores que podem ter contribuído para que a Aeronave não conseguisse frear. A aquaplanagem que é a formação de uma película de água que dificulta a aderência dos pneus do avião no solo, impedindo com isso a ação dos freios fazendo-o derrapar e deslizar sobre a pista, o que levou o piloto a não diminuir a velocidade no pouso, enfim, as evidências são muitas a serem consideradas antes de se chegar a uma conclusão final.
Ao ver as imagens gravadas pela câmera do aeroporto da aeronave pousando, uma primeira conclusão é de que o AirBus realmente passou com uma velocidade muito além da prevista para pouso, o que não se pode concluir de uma provável falha do piloto somente.
Muitos afirmam que o reverso da aeronave que nada mais é do que uma parte da fuselagem do avião localizado na parte traseira da turbina e que se abre na hora do pouso para gerar resistência ao fluxo de ar que vem da direção do movimento do avião fazendo com que auxilie a frear o mesmo, pode ter sido a causa do acidente, também não deve ser afirmado como causa primária. Vale ressaltar que o sistema de reverso não substitui os freios, mas sim somente contribui para frear a aeronave. É como a redução de marcha nos automóveis em movimento fazendo com que o carro diminua de velocidade rapidamente, porém, o que fará o mesmo frear efetivamente é a ação do motorista ao pisar nos pedais de freios.
Várias vidas se perderam, e a quem compete à responsabilidade? Mesmo que se chegue a uma conclusão de que foi falha do piloto, ele não deve ser responsabilizado somente. Governo, órgãos competentes, companhia aérea, administração do aeroporto, todos tem o seu comprometimento de forma indireta na questão.
Dizer que muitos emitem suas opiniões em função de um sentimento não é a postura correta de quem se diz conhecedor dos fatos. Na verdade, esse fato já vem acontecendo há algum tempo e que precisam urgentemente ser solucionados. Até quando teremos que perder vidas humanas para que se tome uma providencia? Assim como a fome, a sede, a doença e tantas outras necessidades básicas que o ser humano precisa ser atendido, essa também deveria ser colocada como prioridade, e quiçá se teria evitado essas tragédias.
A imagem de nosso País perante o Mundo está marcada pela dor e o sofrimento das famílias das vítimas. É preciso que se faça alguma coisa. Não dá para ficar esperando que novos acidentes venham a acontecer. Avisos não faltaram, mas as autoridades simplesmente cruzam os braços e entregam ao destino a solução de alguns problemas.
E aqui eu faço questão de um adendo: O nosso Presidente afirmou que não tem culpa pelo ocorrido e que o acidente poderia ter acontecido em qualquer aeroporto do Brasil. Eu diria que o mesmo tem a sua parcela de contribuição pela situação atual, não de forma direta, mas pela lentidão em tomar medidas emergenciais para conter a crise que se instalou na aviação brasileira. É o responsável pela nossa Nação e compete a ele se reunir com os ministros para tentar buscar soluções para os acontecimentos.
Não se pode querer colher frutos quando se plantam árvores infrutíferas. Assim são os fatos existentes em nosso País. Existem situações que não podem esperar muito tempo, e as vulnerabilidades por que atravessam nossos aeroportos é uma delas.
Os jogos Pan-americanos estão sendo realizados paralelamente no País. O governo injetou alguns milhões para que os mesmos fossem realizados. Pelo que eu sei o único risco de morte que existe é caso os traficantes do Rio de Janeiro resolvam invadir a sede dos jogos para promover atos de violência.
Então porque o Estado não injetou também alguns milhões para tentar solucionar a crise que se instalou nos aeroportos? Porque não injetou milhões para resolver os acidentes que vem ocorrendo com aviões brasileiros como aquele com o avião da Gol que caiu há um ano atrás?
Por mais que passemos mensagens de solidariedade aos parentes das vítimas, mas só eles sabem medir a dor que estão passando agora com a “perda” de seus entes queridos. O povo já está cansado de tanto sofrimento. São horas nos aeroportos esperando vôos até o seu local de destino.
Fica aqui mais uma vez a minha frase de que “o medo está vencendo a esperança...”.
O País ficou perplexo mais uma vez com outro acidente aéreo, desta vez ocorrido em São Paulo no Aeroporto de Congonhas, quando um Jato Airbus da TAM com 189 passageiros a bordo não conseguiu frear na pista, levando o piloto a tentar arremeter e sem sucesso, após atravessar uma avenida movimentada de automóveis, veio a se chocar contra um prédio da mesma companhia que operava no transporte de carga, explodindo em seguida e matando todos os seus ocupantes.
Como ex-funcionário de uma empresa aérea, onde trabalhei como técnico de manutenção de aeronaves nas especialidades de equipamentos eletrônicos, sistemas elétricos, sistemas diversos, instrumentos e estruturas de helicópteros, e conhecedor um pouco de alguns procedimentos de aviação, pois cheguei inclusive a iniciar um curso de piloto privado no aero-club do Pará, porém, não terminando o mesmo para atender ao pedido de minha mãe que tinha medo de um dia vir a morrer, em minha opinião, é prematuro emitir com certeza qual o fator principal que contribuiu para que o acidente fosse consumado.
Na verdade, vários são os fatores que podem ter contribuído para que a Aeronave não conseguisse frear. A aquaplanagem que é a formação de uma película de água que dificulta a aderência dos pneus do avião no solo, impedindo com isso a ação dos freios fazendo-o derrapar e deslizar sobre a pista, o que levou o piloto a não diminuir a velocidade no pouso, enfim, as evidências são muitas a serem consideradas antes de se chegar a uma conclusão final.
Ao ver as imagens gravadas pela câmera do aeroporto da aeronave pousando, uma primeira conclusão é de que o AirBus realmente passou com uma velocidade muito além da prevista para pouso, o que não se pode concluir de uma provável falha do piloto somente.
Muitos afirmam que o reverso da aeronave que nada mais é do que uma parte da fuselagem do avião localizado na parte traseira da turbina e que se abre na hora do pouso para gerar resistência ao fluxo de ar que vem da direção do movimento do avião fazendo com que auxilie a frear o mesmo, pode ter sido a causa do acidente, também não deve ser afirmado como causa primária. Vale ressaltar que o sistema de reverso não substitui os freios, mas sim somente contribui para frear a aeronave. É como a redução de marcha nos automóveis em movimento fazendo com que o carro diminua de velocidade rapidamente, porém, o que fará o mesmo frear efetivamente é a ação do motorista ao pisar nos pedais de freios.
Várias vidas se perderam, e a quem compete à responsabilidade? Mesmo que se chegue a uma conclusão de que foi falha do piloto, ele não deve ser responsabilizado somente. Governo, órgãos competentes, companhia aérea, administração do aeroporto, todos tem o seu comprometimento de forma indireta na questão.
Dizer que muitos emitem suas opiniões em função de um sentimento não é a postura correta de quem se diz conhecedor dos fatos. Na verdade, esse fato já vem acontecendo há algum tempo e que precisam urgentemente ser solucionados. Até quando teremos que perder vidas humanas para que se tome uma providencia? Assim como a fome, a sede, a doença e tantas outras necessidades básicas que o ser humano precisa ser atendido, essa também deveria ser colocada como prioridade, e quiçá se teria evitado essas tragédias.
A imagem de nosso País perante o Mundo está marcada pela dor e o sofrimento das famílias das vítimas. É preciso que se faça alguma coisa. Não dá para ficar esperando que novos acidentes venham a acontecer. Avisos não faltaram, mas as autoridades simplesmente cruzam os braços e entregam ao destino a solução de alguns problemas.
E aqui eu faço questão de um adendo: O nosso Presidente afirmou que não tem culpa pelo ocorrido e que o acidente poderia ter acontecido em qualquer aeroporto do Brasil. Eu diria que o mesmo tem a sua parcela de contribuição pela situação atual, não de forma direta, mas pela lentidão em tomar medidas emergenciais para conter a crise que se instalou na aviação brasileira. É o responsável pela nossa Nação e compete a ele se reunir com os ministros para tentar buscar soluções para os acontecimentos.
Não se pode querer colher frutos quando se plantam árvores infrutíferas. Assim são os fatos existentes em nosso País. Existem situações que não podem esperar muito tempo, e as vulnerabilidades por que atravessam nossos aeroportos é uma delas.
Os jogos Pan-americanos estão sendo realizados paralelamente no País. O governo injetou alguns milhões para que os mesmos fossem realizados. Pelo que eu sei o único risco de morte que existe é caso os traficantes do Rio de Janeiro resolvam invadir a sede dos jogos para promover atos de violência.
Então porque o Estado não injetou também alguns milhões para tentar solucionar a crise que se instalou nos aeroportos? Porque não injetou milhões para resolver os acidentes que vem ocorrendo com aviões brasileiros como aquele com o avião da Gol que caiu há um ano atrás?
Por mais que passemos mensagens de solidariedade aos parentes das vítimas, mas só eles sabem medir a dor que estão passando agora com a “perda” de seus entes queridos. O povo já está cansado de tanto sofrimento. São horas nos aeroportos esperando vôos até o seu local de destino.
Fica aqui mais uma vez a minha frase de que “o medo está vencendo a esperança...”.
domingo, 8 de julho de 2007
Fazer pré-temporada será que é válida para nossos clubes?
Todas as vezes que começa um campeonato para nossos clubes acirram-se os ânimos e o que se vêem por parte da imprensa e pessoas ligadas ao esporte é sempre a seguinte recomendação: “É preciso e importante primeiramente fazer a pré-temporada para poder ganhar conjunto e realizar um excelente campeonato”.
Vê-se que realmente os clubes se empenham através de seus dirigentes, comissão técnica e jogadores em realizar tal atividade, porém, fica a pergunta que já vi tanta gente fazer: colocar os clubes para fazer pré-temporada ajuda a corrigir os erros fazendo com que o time ganhe entrosamento e conjunto? Respondi afirmativamente a um colega que “Sim”, pois se na estréia o clube se der mal mesmo tendo feito pré-temporada, imagine se ele não a tivesse feito?
Hoje o futebol está muito nivelado, os clubes considerados pequenos evoluíram, seus dirigentes passaram a investir mais no plantel através do seu departamento de futebol e o que se tem é um campeonato equilibrado e de jogos difíceis. Para o torcedor, é claro, quer ver o seu time vencer logo na estréia, mas nem sempre os resultados são favoráveis.
Quando nossos clubes cometem muitos erros na estréia, vários fatores contribuem para que o time não renda o esperado. O nervosismo, a ansiedade, o famoso “frio na barriga” dos jogadores, a obrigação de não errar sob pena de perder a posição e ficar no banco, e é claro a qualidade técnica do adversário que está do outro lado também composto em campo de 11 jogadores em busca de um resultado positivo.
O campeonato brasileiro de 2007 para os nossos clubes paraenses já começou. O Remo na Série B amarga entre as tão sofridas quatro últimas posições da tabela, mas se souber ganhar de seus adversários dentro de casa para poder somar pontos, se livrará do rebaixamento. Já Tuna, Ananindeua e Paysandu buscam a ascensão disputando a Série C, a tão sofrida “Terceirona” como já ficou conhecida.
Seja em que divisão esteja, nossos clubes devem começar a mudar as mentalidades através de seus dirigentes. Dar importância ao planejamento e fazer cumpri-lo já é um ponto positivo para obtenção de melhores resultados. É enorme a rotatividade de jogadores no plantel de nossos clubes, a meu ver um dos fatores que contribuem para não obterem sucesso, pois além de onerar a folha de pagamento do time, pode-se vir a pecar por quantidade, ao invés de se buscar a qualidade.
Grandes técnicos já passaram por aqui, jogadores de nome nacional e até internacional também já fizeram parte do elenco de nossos clubes, mas mesmo assim parece que os nossos times “não decolam” como muitos dizem.
Lembro-me das décadas de 70 e 80 em que Remo e Paysandu eram respeitados quando os clubes aqui vinham jogar. Era um “Deus nos acuda” para os visitantes, pois, arrancar um empate já era considerado vitória e isso se dava por que naquela época os jogadores ficavam um tempo maior no clube facilitando o seu entrosamento com o resto do plantel.
O Remo tinha aquele time imbatível composto de Alcino, Dico, Dutra, Aranha, Hertz, e depois já na década de 80 com Bira, Mesquita, Aderson, o ponta-esquerda Júlio César, que em minha opinião, um dos melhores jogadores que o Remo já teve na posição e o lateral direito Aldo do Paysandu que o diga, e tantos outros jogadores que fizeram o nome do clube ser respeitado. Pelo lado do Paysandu, grandes jogadores como o goleiro Sérgio Gomes, Nad, Lineu, Chico Spina, Tuíca, Nilson Diabo, Marciano, Dário (O Dadá Maravilha), Lupercínio, Cabinho e depois a nova geração com Vandick, Marcão, Edil, Sandro, Iarley e tantos outros.
Mas porque esses jogadores fizeram história em nossos clubes paraenses? Será porque eram melhores tecnicamente que os jogadores atuais? Ou eram melhores remunerados? Acredito que não, mas sim porque passaram mais tempo jogando juntos. O time mantia por mais tempo esses profissionais em seu plantel, fazendo com que o entrosamento entre os jogadores melhorasse cada vez mais.
Mas as vitórias não acontecem somente por isso. Torna-se indispensável que o clube trace o seu planejamento de acordo com sua condição financeira. Às vezes, a diretoria para resolver os problemas do clube contrata um jogador muito caro e de renome nacional, e aí ele sozinho não vai render o que a torcida quer, porque futebol, na minha ignorância é conjunto e quanto mais tempo se joga junto, melhor a facilidade para se entrosar.
O Paysandu nos últimos tempos foi o maior exemplo disso tudo. Nunca na sua história de existência conseguiu tantos títulos numa única temporada, chegando inclusive a disputar uma competição internacional que foi a Copa Libertadores da América.
Mas não se vive de passado, dizem outros torcedores. Eu também concordo, mas é do passado que devemos tirar as lições para nos mostrar o que se deve ou não fazer para alcançar um determinado objetivo.
Os campeonatos nacionais já começaram. Que os nossos clubes possam brilhar cada um nas suas respectivas divisões, levando de novo o nome do nosso Pará ao reconhecimento Nacional e mostrar para alguns profissionais da imprensa do Sul que nossos times não são somente “uma nuvem passageira” como já foi dito em outras ocasiões.
Todas as vezes que começa um campeonato para nossos clubes acirram-se os ânimos e o que se vêem por parte da imprensa e pessoas ligadas ao esporte é sempre a seguinte recomendação: “É preciso e importante primeiramente fazer a pré-temporada para poder ganhar conjunto e realizar um excelente campeonato”.
Vê-se que realmente os clubes se empenham através de seus dirigentes, comissão técnica e jogadores em realizar tal atividade, porém, fica a pergunta que já vi tanta gente fazer: colocar os clubes para fazer pré-temporada ajuda a corrigir os erros fazendo com que o time ganhe entrosamento e conjunto? Respondi afirmativamente a um colega que “Sim”, pois se na estréia o clube se der mal mesmo tendo feito pré-temporada, imagine se ele não a tivesse feito?
Hoje o futebol está muito nivelado, os clubes considerados pequenos evoluíram, seus dirigentes passaram a investir mais no plantel através do seu departamento de futebol e o que se tem é um campeonato equilibrado e de jogos difíceis. Para o torcedor, é claro, quer ver o seu time vencer logo na estréia, mas nem sempre os resultados são favoráveis.
Quando nossos clubes cometem muitos erros na estréia, vários fatores contribuem para que o time não renda o esperado. O nervosismo, a ansiedade, o famoso “frio na barriga” dos jogadores, a obrigação de não errar sob pena de perder a posição e ficar no banco, e é claro a qualidade técnica do adversário que está do outro lado também composto em campo de 11 jogadores em busca de um resultado positivo.
O campeonato brasileiro de 2007 para os nossos clubes paraenses já começou. O Remo na Série B amarga entre as tão sofridas quatro últimas posições da tabela, mas se souber ganhar de seus adversários dentro de casa para poder somar pontos, se livrará do rebaixamento. Já Tuna, Ananindeua e Paysandu buscam a ascensão disputando a Série C, a tão sofrida “Terceirona” como já ficou conhecida.
Seja em que divisão esteja, nossos clubes devem começar a mudar as mentalidades através de seus dirigentes. Dar importância ao planejamento e fazer cumpri-lo já é um ponto positivo para obtenção de melhores resultados. É enorme a rotatividade de jogadores no plantel de nossos clubes, a meu ver um dos fatores que contribuem para não obterem sucesso, pois além de onerar a folha de pagamento do time, pode-se vir a pecar por quantidade, ao invés de se buscar a qualidade.
Grandes técnicos já passaram por aqui, jogadores de nome nacional e até internacional também já fizeram parte do elenco de nossos clubes, mas mesmo assim parece que os nossos times “não decolam” como muitos dizem.
Lembro-me das décadas de 70 e 80 em que Remo e Paysandu eram respeitados quando os clubes aqui vinham jogar. Era um “Deus nos acuda” para os visitantes, pois, arrancar um empate já era considerado vitória e isso se dava por que naquela época os jogadores ficavam um tempo maior no clube facilitando o seu entrosamento com o resto do plantel.
O Remo tinha aquele time imbatível composto de Alcino, Dico, Dutra, Aranha, Hertz, e depois já na década de 80 com Bira, Mesquita, Aderson, o ponta-esquerda Júlio César, que em minha opinião, um dos melhores jogadores que o Remo já teve na posição e o lateral direito Aldo do Paysandu que o diga, e tantos outros jogadores que fizeram o nome do clube ser respeitado. Pelo lado do Paysandu, grandes jogadores como o goleiro Sérgio Gomes, Nad, Lineu, Chico Spina, Tuíca, Nilson Diabo, Marciano, Dário (O Dadá Maravilha), Lupercínio, Cabinho e depois a nova geração com Vandick, Marcão, Edil, Sandro, Iarley e tantos outros.
Mas porque esses jogadores fizeram história em nossos clubes paraenses? Será porque eram melhores tecnicamente que os jogadores atuais? Ou eram melhores remunerados? Acredito que não, mas sim porque passaram mais tempo jogando juntos. O time mantia por mais tempo esses profissionais em seu plantel, fazendo com que o entrosamento entre os jogadores melhorasse cada vez mais.
Mas as vitórias não acontecem somente por isso. Torna-se indispensável que o clube trace o seu planejamento de acordo com sua condição financeira. Às vezes, a diretoria para resolver os problemas do clube contrata um jogador muito caro e de renome nacional, e aí ele sozinho não vai render o que a torcida quer, porque futebol, na minha ignorância é conjunto e quanto mais tempo se joga junto, melhor a facilidade para se entrosar.
O Paysandu nos últimos tempos foi o maior exemplo disso tudo. Nunca na sua história de existência conseguiu tantos títulos numa única temporada, chegando inclusive a disputar uma competição internacional que foi a Copa Libertadores da América.
Mas não se vive de passado, dizem outros torcedores. Eu também concordo, mas é do passado que devemos tirar as lições para nos mostrar o que se deve ou não fazer para alcançar um determinado objetivo.
Os campeonatos nacionais já começaram. Que os nossos clubes possam brilhar cada um nas suas respectivas divisões, levando de novo o nome do nosso Pará ao reconhecimento Nacional e mostrar para alguns profissionais da imprensa do Sul que nossos times não são somente “uma nuvem passageira” como já foi dito em outras ocasiões.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Registros Profissionais. Quem está com a razão?
Recentemente, consegui concluir o curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho pela Universidade Federal do Pará - UFPA, curso este promovido pelo Departamento de Engenharia Mecânica, com carga horária de 690 horas.
Ao final das defesas das monografias, alguns colegas dirigiram-se ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA da cidade de Belém, para efetivar seus registros em carteira profissional. Lá chegando, obteve daquele Conselho que somente seria possível realizar o registro mediante apresentação do Certificado de Conclusão do Curso, conforme disposto na Resolução 359 de 31/07/1991 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, que dispõe sobre o Engenheiro de Segurança do Trabalho.
Este Conselho, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 27, alínea "f", da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, estabelece no Artigo 3º que para o registro, só serão aceitos certificados de cursos de pós-graduação acompanhados do currículo cumprido, de conformidade com o Parecer nº 19/87, do Conselho Federal de Educação.
Diante da negação por parte daquele Conselho em conceder o registro, alguns colegas sentiram-se prejudicados, pois, já estão com ofertas de emprego na área de segurança para atuarem como engenheiros de segurança e, para agravar mais a situação a coordenação do curso informou que os referidos certificados só ficarão prontos no período mínimo de três meses, podendo se estender por até seis meses.
Com o impasse criado, foi realizada uma reunião entre os alunos para decidir os rumos a seguir. Diversas opiniões foram levantadas. Chegou-se a propor que se entrasse com um mandato de segurança para garantir o direito de inclusão de registro, pois já existe até jurisprudências sobre o assunto, o que fortalece a possibilidade, na avaliação de alguns alunos de se ter parecer favorável perante o tribunal.
Ao consultar um amigo que é advogado, o mesmo orientou que apesar de existir jurisprudência, é prematuro afirmar que se vai ganhar a causa, pois os juízes levam em consideração diversos fatores para dar o seu parecer, porém, existem casos em que se pode levar em consideração, como exceção da regra. Uma aprovação em concurso público ou uma oferta de emprego, por exemplo, vai pesar muito na decisão do juiz. Todavia, em ambos os casos, requerem comprovação de que realmente a solicitação justifica uma necessidade. Fora isso, interpreta-se como regra geral. Outras opiniões são de que dificilmente se irá ganhar a questão perante o Conselho, pois o mesmo está amparado por uma Lei Federal.
Eu pessoalmente entendo que uma lei existe para ser cumprida e que o Conselho está apenas cumprindo o que determina a referida resolução com base na lei. Não estou defendendo o conselho, nem contrariando a classe de alunos, mas é preciso que se estabeleçam critérios para se tomar uma decisão. Se for de forma precipitada, poderá trazer prejuízos, pois o próprio conselho pode querer aguardar a decisão judicial para realizar os registros, caso esta se estenda além do período estipulado pela coordenação do curso, comprometendo ainda mais e o prazo para entrega dos certificados.
Se de um lado se tem uma classe de alunos que se diz prejudicada pelo Conselho, do outro essas Instituições se baseiam nos procedimentos amparados pela legislação.
Suponhamos que este Conselho viesse a incluir os registros somente com as declarações fornecidas pela coordenação do curso, contrariando, portanto, o que determina a resolução 359. No caso de ocorrer um acidente fatal envolvendo empregado em atividades de risco, a quem cabe a responsabilidade civil e/ou criminal pelo ocorrido? Ao Conselho de classe ou ao Profissional que já se encontra registrado de forma contrária ao que determina a resolução em seu artigo 3º?
Um advogado de defesa do engenheiro de segurança responsável pela atividade pode alegar que seu cliente não pode ser responsabilizado pelo ocorrido uma vez que, neste caso, o descumprimento da resolução 359 partiu do Conselho em realizar o registro em desacordo com seu artigo 3º.
Portanto, para se evitar situações desta natureza, é preferível que se espere para se fazer o devido registro de conformidade com o que determina a referida resolução, sob pena de ter que amargar situações de responsabilidade por acidentes que vierem a ocorrer em áreas de risco perante os tribunais regionais do trabalho.
Ao final das defesas das monografias, alguns colegas dirigiram-se ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA da cidade de Belém, para efetivar seus registros em carteira profissional. Lá chegando, obteve daquele Conselho que somente seria possível realizar o registro mediante apresentação do Certificado de Conclusão do Curso, conforme disposto na Resolução 359 de 31/07/1991 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, que dispõe sobre o Engenheiro de Segurança do Trabalho.
Este Conselho, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 27, alínea "f", da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, estabelece no Artigo 3º que para o registro, só serão aceitos certificados de cursos de pós-graduação acompanhados do currículo cumprido, de conformidade com o Parecer nº 19/87, do Conselho Federal de Educação.
Diante da negação por parte daquele Conselho em conceder o registro, alguns colegas sentiram-se prejudicados, pois, já estão com ofertas de emprego na área de segurança para atuarem como engenheiros de segurança e, para agravar mais a situação a coordenação do curso informou que os referidos certificados só ficarão prontos no período mínimo de três meses, podendo se estender por até seis meses.
Com o impasse criado, foi realizada uma reunião entre os alunos para decidir os rumos a seguir. Diversas opiniões foram levantadas. Chegou-se a propor que se entrasse com um mandato de segurança para garantir o direito de inclusão de registro, pois já existe até jurisprudências sobre o assunto, o que fortalece a possibilidade, na avaliação de alguns alunos de se ter parecer favorável perante o tribunal.
Ao consultar um amigo que é advogado, o mesmo orientou que apesar de existir jurisprudência, é prematuro afirmar que se vai ganhar a causa, pois os juízes levam em consideração diversos fatores para dar o seu parecer, porém, existem casos em que se pode levar em consideração, como exceção da regra. Uma aprovação em concurso público ou uma oferta de emprego, por exemplo, vai pesar muito na decisão do juiz. Todavia, em ambos os casos, requerem comprovação de que realmente a solicitação justifica uma necessidade. Fora isso, interpreta-se como regra geral. Outras opiniões são de que dificilmente se irá ganhar a questão perante o Conselho, pois o mesmo está amparado por uma Lei Federal.
Eu pessoalmente entendo que uma lei existe para ser cumprida e que o Conselho está apenas cumprindo o que determina a referida resolução com base na lei. Não estou defendendo o conselho, nem contrariando a classe de alunos, mas é preciso que se estabeleçam critérios para se tomar uma decisão. Se for de forma precipitada, poderá trazer prejuízos, pois o próprio conselho pode querer aguardar a decisão judicial para realizar os registros, caso esta se estenda além do período estipulado pela coordenação do curso, comprometendo ainda mais e o prazo para entrega dos certificados.
Se de um lado se tem uma classe de alunos que se diz prejudicada pelo Conselho, do outro essas Instituições se baseiam nos procedimentos amparados pela legislação.
Suponhamos que este Conselho viesse a incluir os registros somente com as declarações fornecidas pela coordenação do curso, contrariando, portanto, o que determina a resolução 359. No caso de ocorrer um acidente fatal envolvendo empregado em atividades de risco, a quem cabe a responsabilidade civil e/ou criminal pelo ocorrido? Ao Conselho de classe ou ao Profissional que já se encontra registrado de forma contrária ao que determina a resolução em seu artigo 3º?
Um advogado de defesa do engenheiro de segurança responsável pela atividade pode alegar que seu cliente não pode ser responsabilizado pelo ocorrido uma vez que, neste caso, o descumprimento da resolução 359 partiu do Conselho em realizar o registro em desacordo com seu artigo 3º.
Portanto, para se evitar situações desta natureza, é preferível que se espere para se fazer o devido registro de conformidade com o que determina a referida resolução, sob pena de ter que amargar situações de responsabilidade por acidentes que vierem a ocorrer em áreas de risco perante os tribunais regionais do trabalho.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Dois pesos, duas medidas...
Ao final de mais um dia de trabalho, e ao chegar em casa pela tarde de hoje, 25/06/2007, fui surpreendido com uma novidade da Companhia distribuidora de água de meu Estado, a Cosanpa - Companhia de Saneamento do Pará, que foi o recebimento de uma Notificação pelo atraso de pagamento da fatura de consumo de água, cujo vencimento expirou em 07/06/2007.
Ora, todo mundo sabe que o consumidor paga sempre no mês subseqüente o volume de água consumido no mês anterior. Portanto, a notificação refere-se ao consumo do mês de Maio, mas que teria até o dia 07 de Junho para realizar o pagamento.
Como hoje são 25, estou precisamente com 18 dias de atraso, não chegando nem a completar os 30 dias que é quanto normalmente as nossas contas vencidas começam a ser consideradas atrasadas. A Notificação vem com a determinação de que se eu não realizar o pagamento em 3 dias úteis, terei cortado o fornecimento de água de minha residencia.
Enquanto isso assistimos pelos telejornais episódios em Brasília que nos entristecem tamanha a falta de transparência e cumprimento das leis para com aqueles que também as infringem. Na verdade, as leis foram feitas para a sociedade, mas somente uma parte dela é que as cumprem.
Nossa Cosanpa como cobradora desempenha um papel excelente, mas como prestadora de bons serviços distribuindo água de boa qualidade deixa muito a desejar, e eu quero aqui perguntar quem utiliza a água por ela "tratada" para seu consumo próprio? exceto banhos e lavagens em geral. Em minha casa nunca usei essa água para beber, não por não ser necessária, mas por higiene, levando-me a comprar semanalmente água mineral se quizer beber uma água com qualidade e livre de impurezas, como a ferrugem contida na água fornecida pela Cosanpa. Nem mesmo para cozinhar a utilizamos direto, pois tenho que apelar para o uso de um filtro para depois sim, poder colocá-la na panela e deixar ferver.
Eu sei que preciso ser otimista e que a esperança e o pensamento positivo de que as coisas vão melhorar devem ser uma constante em nossa vida, mas também como contribuinte tenho o direito de pelo menos me defender e eu venho aqui neste espaço colocar minha opinião sobre o assunto.
Lembrei-me de Jesus quando disse que não se devia agir por vingança, mas sim se valer da defesa em qualquer situação.
Quando vejo pessoas que se dizem nossos representantes assumirem os seus cargos como políticos defensores do interesse da população, mais uma vez me bate a esperança de que irão fazer muito mais por todos nós, mas vejo na prática, que pouca coisa ainda é feita e que apesar de não sermos iguais, porém, agimos de formas iguais diante dos fatos, e é preciso que se espere por um certo tempo para ver de verdade alguém que esteja realmente comprometido com a causa.
Ao assitir o filme "O Homem-Aranha 3", quase no final do filme aparece o assassino que matou o tio do Peter Parker. Aquele homem narra toda a verdadeira história de como matou seu tio, que ele não tinha intenção de matá-lo, pois estava com sua filha muito doente e precisava de dinheiro para comprar remédios. E foi então que achou que a única alternativa era assaltar para poder arrumar a quantia. Ao se aproximar do seu tio, o seu comparsa veio em alta velocidade fugindo da polícia, e falando alto deixou-o nervoso e ansioso para se livrar logo da situação. E foi então que aquele homem com a arma voltada para o peito do seu tio, no momento de desespero e aflição acionou acidentalmente o gatilho tendo o projétil indo se alojar no tórax do tio do Peter, matando-o instantaneamente.
Ao final de sua narrativa, aquele homem se voltou ao Homem-aranha e disse-lhe que não estava ali querendo que ele o perdoasse, mas que pelo menos o entendesse. E o Homem-Aranha o perdoou.
Então, parafraseando: não estou querendo pedir que não corte o fornecimento de minha água, mas pelo menos que me entendam. E então eu pergunto: A quem recorrer?
Os que poderiam mudar essas situações que são aqueles os quais elejemos para nos defender, cruzam os braços, pecam por omissão e fazem cumprir as legislações somente aos menos favorecidos, e na calada da noite, nos seus bastidores, articulam ações para que novas impunidades continuem existindo.
Não tenho motivos para me vingar, mas de sobra para me defender. Que eu possa tirar mais essa lição de vida e amadurecer minhas convicções de que nem sempre as coisas acontecem como a gente espera.
Ora, todo mundo sabe que o consumidor paga sempre no mês subseqüente o volume de água consumido no mês anterior. Portanto, a notificação refere-se ao consumo do mês de Maio, mas que teria até o dia 07 de Junho para realizar o pagamento.
Como hoje são 25, estou precisamente com 18 dias de atraso, não chegando nem a completar os 30 dias que é quanto normalmente as nossas contas vencidas começam a ser consideradas atrasadas. A Notificação vem com a determinação de que se eu não realizar o pagamento em 3 dias úteis, terei cortado o fornecimento de água de minha residencia.
Enquanto isso assistimos pelos telejornais episódios em Brasília que nos entristecem tamanha a falta de transparência e cumprimento das leis para com aqueles que também as infringem. Na verdade, as leis foram feitas para a sociedade, mas somente uma parte dela é que as cumprem.
Nossa Cosanpa como cobradora desempenha um papel excelente, mas como prestadora de bons serviços distribuindo água de boa qualidade deixa muito a desejar, e eu quero aqui perguntar quem utiliza a água por ela "tratada" para seu consumo próprio? exceto banhos e lavagens em geral. Em minha casa nunca usei essa água para beber, não por não ser necessária, mas por higiene, levando-me a comprar semanalmente água mineral se quizer beber uma água com qualidade e livre de impurezas, como a ferrugem contida na água fornecida pela Cosanpa. Nem mesmo para cozinhar a utilizamos direto, pois tenho que apelar para o uso de um filtro para depois sim, poder colocá-la na panela e deixar ferver.
Eu sei que preciso ser otimista e que a esperança e o pensamento positivo de que as coisas vão melhorar devem ser uma constante em nossa vida, mas também como contribuinte tenho o direito de pelo menos me defender e eu venho aqui neste espaço colocar minha opinião sobre o assunto.
Lembrei-me de Jesus quando disse que não se devia agir por vingança, mas sim se valer da defesa em qualquer situação.
Quando vejo pessoas que se dizem nossos representantes assumirem os seus cargos como políticos defensores do interesse da população, mais uma vez me bate a esperança de que irão fazer muito mais por todos nós, mas vejo na prática, que pouca coisa ainda é feita e que apesar de não sermos iguais, porém, agimos de formas iguais diante dos fatos, e é preciso que se espere por um certo tempo para ver de verdade alguém que esteja realmente comprometido com a causa.
Ao assitir o filme "O Homem-Aranha 3", quase no final do filme aparece o assassino que matou o tio do Peter Parker. Aquele homem narra toda a verdadeira história de como matou seu tio, que ele não tinha intenção de matá-lo, pois estava com sua filha muito doente e precisava de dinheiro para comprar remédios. E foi então que achou que a única alternativa era assaltar para poder arrumar a quantia. Ao se aproximar do seu tio, o seu comparsa veio em alta velocidade fugindo da polícia, e falando alto deixou-o nervoso e ansioso para se livrar logo da situação. E foi então que aquele homem com a arma voltada para o peito do seu tio, no momento de desespero e aflição acionou acidentalmente o gatilho tendo o projétil indo se alojar no tórax do tio do Peter, matando-o instantaneamente.
Ao final de sua narrativa, aquele homem se voltou ao Homem-aranha e disse-lhe que não estava ali querendo que ele o perdoasse, mas que pelo menos o entendesse. E o Homem-Aranha o perdoou.
Então, parafraseando: não estou querendo pedir que não corte o fornecimento de minha água, mas pelo menos que me entendam. E então eu pergunto: A quem recorrer?
Os que poderiam mudar essas situações que são aqueles os quais elejemos para nos defender, cruzam os braços, pecam por omissão e fazem cumprir as legislações somente aos menos favorecidos, e na calada da noite, nos seus bastidores, articulam ações para que novas impunidades continuem existindo.
Não tenho motivos para me vingar, mas de sobra para me defender. Que eu possa tirar mais essa lição de vida e amadurecer minhas convicções de que nem sempre as coisas acontecem como a gente espera.
sábado, 23 de junho de 2007
MULHER
No princípio eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi: Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER!!!!
* Tenha um maravilhoso dia.
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi: Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER!!!!
* Tenha um maravilhoso dia.
É preferível um de 40 do que dois de 20!
Outro dia comentava com um torcedor remista sobre a situação do jogador Róbson no elenco do Paysandu. Fiz questão de contrariar o companheiro quando afirmou que o Robgol deve se aposentar pois não dá mais para ser quem era, devido a idade já está acima dos 30.
Ora, para os que não sabem, o artilheiro do Parazão, é exatamente o Robson, que apesar de sua idade já um tanto avançada para a prática do futebol, porém, quando a bola chega a seus pés perto da pequena área, é um Deus nos acuda. O matador é cruel, pois sabe se posicionar e colocar a bola no seu devido lugar.
Essa história de dizer que jogador velho é só prejuízo, quem assim pensa esta completamente equivocado. Vejam o Romário, já foi artilheiro isolado do campeonato brasileiro da séria "A" em 2006. E sabem quem era o vice-artilheiro? Isso mesmo, o Robgol do Paysandu, que apesar de todas as dificuldades que a gente sabe que um clube daqui do Norte têm, mas não se intimidou e mostrou para o Brasil inteiro quem é o matador do Norte e também do Brasil.
O jogador-deputado, por motivos pessoais decidiu pendurar as chuteiras. É uma pena, pois vai deixar saudades...
Seu currículo invejável não deixa a desejar para muitos jogadores jovens e de renome nacional. Mas, infelizmente, as coisas não são bem assim...
A mesma história passou também o nosso querido Wandick. Se o Paysandu chegou até a taça Libertadores da América, é inegável que sua contribuição foi primordial para que o clube ganhasse o título de campeão dos campeões.
O mais lamentável é que não há por parte da imprensa nenhum interesse em fazer a divulgação do artilheiro.
Em contrapartida, a Rede Globo chega a paralisar o País inteiro, fazendo campanhas para que todos possam ver o milésimo gol do baixinho.
Não estou contra a rede globo, nem contra o jogador Romário, só entendo que todos são importantes, desde um gari que limpa as ruas até o presidente de uma empresa. Então, tanto o Romário como o Robson têm algo em comum: Sabem fazer gols e é por isso que estão sempre na artilharia dos campeonatos.
A gozação por parte de alguns torcedores é perfeitamente natural e compreensível, mas não nos esqueçamos que esses jogadores já fizeram e ainda fazem a glória de muitas torcidas.
Bom, eu só tenho a lamentar a desclassificação do Paysandu. No fundo, fez por merecer...
Talvez, tão cedo não tenhamos por essas bandas um verdadeiro artilheiro como foi o Robgol...
Não é qualquer jogador que chega na idade que chegou Romário e Robgol e ainda consegue ser o artilheiro de um campeonato do nível da Série A.
Portanto, diante dos fatos não há argumento.
Parabéns aos velhinhos.....
Ora, para os que não sabem, o artilheiro do Parazão, é exatamente o Robson, que apesar de sua idade já um tanto avançada para a prática do futebol, porém, quando a bola chega a seus pés perto da pequena área, é um Deus nos acuda. O matador é cruel, pois sabe se posicionar e colocar a bola no seu devido lugar.
Essa história de dizer que jogador velho é só prejuízo, quem assim pensa esta completamente equivocado. Vejam o Romário, já foi artilheiro isolado do campeonato brasileiro da séria "A" em 2006. E sabem quem era o vice-artilheiro? Isso mesmo, o Robgol do Paysandu, que apesar de todas as dificuldades que a gente sabe que um clube daqui do Norte têm, mas não se intimidou e mostrou para o Brasil inteiro quem é o matador do Norte e também do Brasil.
O jogador-deputado, por motivos pessoais decidiu pendurar as chuteiras. É uma pena, pois vai deixar saudades...
Seu currículo invejável não deixa a desejar para muitos jogadores jovens e de renome nacional. Mas, infelizmente, as coisas não são bem assim...
A mesma história passou também o nosso querido Wandick. Se o Paysandu chegou até a taça Libertadores da América, é inegável que sua contribuição foi primordial para que o clube ganhasse o título de campeão dos campeões.
O mais lamentável é que não há por parte da imprensa nenhum interesse em fazer a divulgação do artilheiro.
Em contrapartida, a Rede Globo chega a paralisar o País inteiro, fazendo campanhas para que todos possam ver o milésimo gol do baixinho.
Não estou contra a rede globo, nem contra o jogador Romário, só entendo que todos são importantes, desde um gari que limpa as ruas até o presidente de uma empresa. Então, tanto o Romário como o Robson têm algo em comum: Sabem fazer gols e é por isso que estão sempre na artilharia dos campeonatos.
A gozação por parte de alguns torcedores é perfeitamente natural e compreensível, mas não nos esqueçamos que esses jogadores já fizeram e ainda fazem a glória de muitas torcidas.
Bom, eu só tenho a lamentar a desclassificação do Paysandu. No fundo, fez por merecer...
Talvez, tão cedo não tenhamos por essas bandas um verdadeiro artilheiro como foi o Robgol...
Não é qualquer jogador que chega na idade que chegou Romário e Robgol e ainda consegue ser o artilheiro de um campeonato do nível da Série A.
Portanto, diante dos fatos não há argumento.
Parabéns aos velhinhos.....
Desorganização: Um mal que precisa ser eliminado
Uma das barreiras contra a evolução é sem dúvida a desorganização. Uma pessoa que não consegue se organizar leva uma vida cheia de problemas. São diversas desculpas para tentar mascarar o que se estende há anos.
Sem organização não se consegue alcançar objetivos. A vida parece que nada dá certo, são situações que deixam à pessoa desorganizada e fora de controle, ferindo e culpando quem não tem nada a ver com a sua dificuldade.
Muitas das vezes quem assim procede, sempre está arrumando um escudo para encobrir isso. De imediato surge o maior aliado que é o orgulho, fazendo com que se bote uma venda nos olhos não aceitando o problema.
Quem convive com pessoas desorganizadas, não tem sequer o direito de tecer um comentário, alertar para a problemática, fazer com que ela veja e reconheça que precisa mudar.
São inúmeros os conflitos gerados por causa da falta de organização. Principalmente quando se tem ao lado o oposto disso, ou seja, alguém que tenha características de gostar de tudo arrumado.
Muitas brigas e conflitos entre pessoas surgem exatamente pelo fato do desorganizado não dar a “mão a palmatória”. Quer sempre que o outro aceite a sua dificuldade. Porém, o outro também é alguém que precisa ser levado em consideração. Ele não está ali por estar. Se percebe que alguma coisa não está no seu devido lugar começa a alertar para que os objetos fiquem em suas reais posições. Não se trata de ser uma pessoa exigente, mas sim, facilitadora e prática diante de um procedimento.
Portanto, o ideal é que ambos cedam e reconheçam as suas dificuldades. Buscando-se o equilíbrio para que a convivência se estabeleça de forma harmoniosa e tranqüila.
Pode parecer exagero, mas vários casais se separam por questões desta natureza. Quando surge o conflito vêm em seguida às acusações e ofensas. Com o aumento dessas situações tende a agravar a crise na relação, e então vem o desgaste e a falta de interesse tanto de um quanto do outro em resolver o problema, dando origem a monotonia e a rotina dentro do relacionamento.
Ao invés te tentarem solucionar o problema, se opta pela separação. Se não existem filhos, o impacto será menor, porém, em caso contrário, deve-se pensar bastante para que uma decisão entre o casal não venha a comprometer quem não tem culpa, no caso, os filhos, causando traumas e perturbações psicológicas por não aceitarem verem os pais separados.
Não sou adepto dos que comungam com o entendimento de que os filhos não prendem ninguém numa relação a dois. Dependendo do número de filhos que o casal possua, deve-se levar em consideração que é preferível que um saia lesado, a lesar um número maior de pessoas envolvidas só pelo fato de querer se buscar a felicidade em uma outra relação conjugal.
Será que ao se buscar a felicidade numa outra relação, só porque se merece ser feliz, mas deixando uma parte na infelicidade, isso é ser feliz?
Não estamos defendendo o auto-sofrimento, a insistência em querer continuar uma relação que de fato já não existe mais amor, companheirismo e afetividade. É evidente que cada caso é um caso. Até porque não se pode exigir de alguém o que ele não tem condições de dar ou suportar. Porém, qualquer precipitação em torno de uma decisão pode ser prejudicial aos filhos. É fato comprovado que a grande maioria dos casais que se separam, os que mais sofrem são os filhos que acabam adquirindo diversos problemas existenciais como revoltas, perda de valores morais, indiferenças, vontade de fazer com os outros o mesmo que estão passando, dentre outros conflitos íntimos.
Se esgotada todas as tentativas para se manter na relação e mesmo assim se decidir pela separação, o mais importante é que os filhos sejam sabedores do porque que está ocorrendo à separação, comunicando a eles que apesar do casal a partir dali terão que viverem separados, mas o contato e o convívio com os filhos não deixará de existir.
Sem organização não se consegue alcançar objetivos. A vida parece que nada dá certo, são situações que deixam à pessoa desorganizada e fora de controle, ferindo e culpando quem não tem nada a ver com a sua dificuldade.
Muitas das vezes quem assim procede, sempre está arrumando um escudo para encobrir isso. De imediato surge o maior aliado que é o orgulho, fazendo com que se bote uma venda nos olhos não aceitando o problema.
Quem convive com pessoas desorganizadas, não tem sequer o direito de tecer um comentário, alertar para a problemática, fazer com que ela veja e reconheça que precisa mudar.
São inúmeros os conflitos gerados por causa da falta de organização. Principalmente quando se tem ao lado o oposto disso, ou seja, alguém que tenha características de gostar de tudo arrumado.
Muitas brigas e conflitos entre pessoas surgem exatamente pelo fato do desorganizado não dar a “mão a palmatória”. Quer sempre que o outro aceite a sua dificuldade. Porém, o outro também é alguém que precisa ser levado em consideração. Ele não está ali por estar. Se percebe que alguma coisa não está no seu devido lugar começa a alertar para que os objetos fiquem em suas reais posições. Não se trata de ser uma pessoa exigente, mas sim, facilitadora e prática diante de um procedimento.
Portanto, o ideal é que ambos cedam e reconheçam as suas dificuldades. Buscando-se o equilíbrio para que a convivência se estabeleça de forma harmoniosa e tranqüila.
Pode parecer exagero, mas vários casais se separam por questões desta natureza. Quando surge o conflito vêm em seguida às acusações e ofensas. Com o aumento dessas situações tende a agravar a crise na relação, e então vem o desgaste e a falta de interesse tanto de um quanto do outro em resolver o problema, dando origem a monotonia e a rotina dentro do relacionamento.
Ao invés te tentarem solucionar o problema, se opta pela separação. Se não existem filhos, o impacto será menor, porém, em caso contrário, deve-se pensar bastante para que uma decisão entre o casal não venha a comprometer quem não tem culpa, no caso, os filhos, causando traumas e perturbações psicológicas por não aceitarem verem os pais separados.
Não sou adepto dos que comungam com o entendimento de que os filhos não prendem ninguém numa relação a dois. Dependendo do número de filhos que o casal possua, deve-se levar em consideração que é preferível que um saia lesado, a lesar um número maior de pessoas envolvidas só pelo fato de querer se buscar a felicidade em uma outra relação conjugal.
Será que ao se buscar a felicidade numa outra relação, só porque se merece ser feliz, mas deixando uma parte na infelicidade, isso é ser feliz?
Não estamos defendendo o auto-sofrimento, a insistência em querer continuar uma relação que de fato já não existe mais amor, companheirismo e afetividade. É evidente que cada caso é um caso. Até porque não se pode exigir de alguém o que ele não tem condições de dar ou suportar. Porém, qualquer precipitação em torno de uma decisão pode ser prejudicial aos filhos. É fato comprovado que a grande maioria dos casais que se separam, os que mais sofrem são os filhos que acabam adquirindo diversos problemas existenciais como revoltas, perda de valores morais, indiferenças, vontade de fazer com os outros o mesmo que estão passando, dentre outros conflitos íntimos.
Se esgotada todas as tentativas para se manter na relação e mesmo assim se decidir pela separação, o mais importante é que os filhos sejam sabedores do porque que está ocorrendo à separação, comunicando a eles que apesar do casal a partir dali terão que viverem separados, mas o contato e o convívio com os filhos não deixará de existir.
Coisas do Brasil!
Atendendo a um pedido de minha esposa que é funcionária de um hospital renomado de nossa cidade, a fim de entregar o seu atestado de saúde com período de afastamento de 15 dias. Optei em usar o horário do almoço para realizar essa tarefa para que não prejudicasse o meu horário de trabalho.Ao chegar ao estabelecimento, o funcionário do Setor de Pessoal me informou que devido o período ter excedido três dias, eu teria que receber um laudo expedido pelo médico do trabalho do referido hospital para fazer valer o documento na forma da lei.Desloquei-me até o atendimento e eis que lá chegando, pude perceber o quanto ainda é precário o sistema de saúde em nosso País. São procedimentos que precisam ser urgentemente reavaliados para que o atendimento ao paciente seja mais eficiente.Jovens, mulheres, idosos, adultos e crianças, são submetidas ao mesmo processo de atendimento. Não existe uma organização, os funcionários prestam um atendimento insatisfatório, não fornecendo as devidas informações que o paciente precisa.É nessas horas que vemos o quanto ainda somos privilegiados, pois essas pessoas sequer podem solicitar uma melhor prestação de serviços, afinal, não fazem parte do mercado formal. Então, têm que se submeter as condições que o hospital oferece.Eram precisamente 13 horas quando a funcionária me atendeu. Fui o primeiro a ser atendido pela funcionária. Depois, tive que aguardar a chegada do médico para poder receber o laudo. Por surpresa minha somente depois de esperar quase duas horas e meia é que fui sabedor de que o médico só iria atender a partir das 14h30min horas.Mas tudo isso não foi tão sacrificante quanto ver aquelas pessoas sofridas terem que esperar horas para poder serem atendidas. Isso demonstra o descaso dos responsáveis para com a questão. Paralelamente, assistia por um aparelho de TV instalado no local a iniciativa de pessoas voluntárias para retirar os jovens das drogas e ruas de uma cidade do interior de São Paulo. Interessante observar que são trabalhos voluntários e que as pessoas envolvidas não recebem nenhum tipo de salário para desenvolver a tarefa, enquanto que nossos governantes acomodam-se em seus gabinetes com os recursos suficientes para solucionar a questão.Até quando teremos que passar por essas situações? Até quando aqueles que estão no poder ficarão na promessa de atender as reais necessidades do povo?É de lamentar comprovar essa situação caótica. Presenciei pessoas que só poderão ser atendidas após 20 dias. Sempre afirmo e continuarei afirmando que os governantes ainda fazem muito pouco pelo muito que arrecadam.Chegado a minha hora de ser atendido, e ao sair do consultório médico, finalmente pude retornar a minha casa para poder almoçar por volta das 15h30min H e retornar totalmente cansado ao meu trabalho. Levarei um tempo para esquecer tudo o que presenciei naqueles momentos em que lá estive. Que todos esses acontecimentos sirvam de lição para todos nós fazendo sempre os devidos registros todas as vezes que passarmos situações similares.Temos uma arma poderosa para tentar mudar isso: o nosso voto! Que saibamos escolher quem realmente tem compromisso com o povo, elegendo homens que tenham senso de justiça e humanidade para o povo que até aquele hospital se dirigem, pois só assim iremos mudar essa situação comprovada.Assim é o nosso País. São coisas do Brasil...
NOVAS TENDÊNCIAS EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS HOSPITALARES
NOVAS TENDÊNCIAS EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS HOSPITALARES Crismara SantanaEng. Eletricista
Hoje, dentro do âmbito de Saúde, fala-se muito em aperfeiçoamento da qualidade dos serviços prestados. Várias providências têm sido tomadas por todos, a fim de que possam oferecer seus serviços aos pacientes com mais qualidade e segurança. Atualmente a estrutura elétrica de um Estabelecimento Assistencial de Saúde deve estar inserida nas prioridades de qualquer Administrador Hospitalar, visto que as bibliografias internacionais e algumas nacionais já relatam, de forma bastante clara acidentes causados pelo uso inadequado da eletricidade dentro do ambiente hospitalar.Estudos fisiológicos já provaram que correntes elétricas da ordem de microampéres (milionésimo de ampére) normalmente inócuas, podem causar fibrilação cardíaca se ocorrem em determinadas situações, sendo esta a maior causa de mortes como conseqüência de choques elétricos tanto em pacientes quanto em operadores e outras pessoas envolvidas no processo.As instalações elétricas de um estabelecimento assistencial de Saúde são exatamente críticas para o correto funcionamento dos aparelhos biomédicos, a sua negligência implica, muitas vezes, em diagnósticos médicos errôneos, pois o corpo Clínico da Instituição pode estar usando informações erradas devido a equipamentos impropriamente instalados, já que a evolução da complexidade dos equipamentos e a dependência cada vez maior da classe médica em relação a estes fazem com que as instalações elétricas, antigamente relegadas a segundo plano, assumam posição importantíssima.Deve ficar bem presente para todas as pessoas diretamente envolvidas na área, que investimentos em instalações elétricas, manutenções, revisões preventivas e correta aquisição de equipamentos não representam uma fuga de capital, e sim uma redução final dos custos a médio e longo prazo. Importante, também é lembrar que estamos entrando em uma época em que processos por erros hospitalares começam a atingir proporções razoáveis. Além disso, já existem atualmente em vigência normas brasileiras que impõe obrigações a todos os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, no que se refere às instalações elétricas e equipamentos biomédicos. A não observância destas normas pode implicar em sanções extremamente desagradáveis.Em função a todos esses aspectos, cada vez mais técnicos, é que arquitetos e engenheiros atuando na área médica devem conhecer toda a grama de detalhes técnicos que envolvem uma estrutura hospitalar.
Hoje, dentro do âmbito de Saúde, fala-se muito em aperfeiçoamento da qualidade dos serviços prestados. Várias providências têm sido tomadas por todos, a fim de que possam oferecer seus serviços aos pacientes com mais qualidade e segurança. Atualmente a estrutura elétrica de um Estabelecimento Assistencial de Saúde deve estar inserida nas prioridades de qualquer Administrador Hospitalar, visto que as bibliografias internacionais e algumas nacionais já relatam, de forma bastante clara acidentes causados pelo uso inadequado da eletricidade dentro do ambiente hospitalar.Estudos fisiológicos já provaram que correntes elétricas da ordem de microampéres (milionésimo de ampére) normalmente inócuas, podem causar fibrilação cardíaca se ocorrem em determinadas situações, sendo esta a maior causa de mortes como conseqüência de choques elétricos tanto em pacientes quanto em operadores e outras pessoas envolvidas no processo.As instalações elétricas de um estabelecimento assistencial de Saúde são exatamente críticas para o correto funcionamento dos aparelhos biomédicos, a sua negligência implica, muitas vezes, em diagnósticos médicos errôneos, pois o corpo Clínico da Instituição pode estar usando informações erradas devido a equipamentos impropriamente instalados, já que a evolução da complexidade dos equipamentos e a dependência cada vez maior da classe médica em relação a estes fazem com que as instalações elétricas, antigamente relegadas a segundo plano, assumam posição importantíssima.Deve ficar bem presente para todas as pessoas diretamente envolvidas na área, que investimentos em instalações elétricas, manutenções, revisões preventivas e correta aquisição de equipamentos não representam uma fuga de capital, e sim uma redução final dos custos a médio e longo prazo. Importante, também é lembrar que estamos entrando em uma época em que processos por erros hospitalares começam a atingir proporções razoáveis. Além disso, já existem atualmente em vigência normas brasileiras que impõe obrigações a todos os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, no que se refere às instalações elétricas e equipamentos biomédicos. A não observância destas normas pode implicar em sanções extremamente desagradáveis.Em função a todos esses aspectos, cada vez mais técnicos, é que arquitetos e engenheiros atuando na área médica devem conhecer toda a grama de detalhes técnicos que envolvem uma estrutura hospitalar.
A questão da preferência popular
Outro dia conversava com uma colega moradora do mesmo conjunto onde moro sobre questões que envolvem a preferência do eleitor por um determinado candidato. Dizia-me ela que sempre votou no candidato que ajuda na melhoria do bairro e que apesar de ser de um candidato filiado a um partido da direita, pelo menos está fazendo o que muitos até então nada fizeram. Daí sua preferência em mantê-lo no poder.Observa-se de uns tempos para cá que é comum esse tipo de preferência. O povo anda sedento de melhorias, de homens públicos que realmente se voltem para o interesse da população, e aí quando surge um que faz alguma coisa que traga benefícios para a comunidade, acaba adquirindo a preferência dos moradores beneficiados. A população está seguindo a opção de votar no candidato que faz alguma coisa, independente de qual partido for. Tanto é verdade que vemos uma variação heterogênea de candidatos eleitos. Aquela velha ideologia de que se deve buscar os direitos, as justiças sociais e as conquistas, mas sem fazer nada na prática, está caindo por terra. O eleitor precisa que sejam atendidas primeiramente as suas necessidades básicas, como alimentação, transportes, educação, saúde, etc. e ficar somente no discurso, já está caindo de moda. Um povo bem alimentado, educado, saudável, certamente contribuirá muito mais para o País do que o que se vê atualmente. São filas enormes de desempregados, pessoas sendo atendidas nos corredores de hospitais e pronto-socorros, transito cada vez mais caótico. Faltam aos governantes priorizarem mais as necessidades da população, pois foi para isso que foram eleitos. Para quem não sabe, é astronômica a quantidade de receita que o País arrecada, mas quando são para se fazer as devidas implementações, faltam sempre recursos.E então vem o seguinte questionamento: é valido optar em votar no candidato que está fazendo alguma coisa pelo seu bairro, mesmo sendo ele de outro partido?Fica aqui a critério de cada um fazer as suas próprias análises. Mais importante é verificar que a doença não escolhe hora e nem lugar, que a necessidade de comer, trabalhar, beber água, se educar, é diariamente, e muitas das vezes, não se pode esperar por uma simples ideologia para que as soluções sejam encontradas.Existem medidas que são imediatas. Não dá para se esperar. Quem assim pensa, é porque não atenta para a necessidade que se deve ter em minimizar o sofrimento alheio.É muito fácil falar da fome quando se está de barriga cheia!
Porque gritamos quando nos aborrecemos?
Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
- Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o filósofo concluiu dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Mahatma Gandhi
- Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o filósofo concluiu dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Mahatma Gandhi
Motivos emocionais
Temos necessidade não de um frente-a-frente, nem de um corpo-a-corpo, mas de um coração-a-coração. Somente o amor, porque só ele prende e une os seres no seu mais profundo, é capaz ... de aperfeiçoar os seres enquanto seres, reunindo-os".Teilhard de ChardinNo desenvolvimento das ciências biológicas e humanas, o estudo da emoção ainda enfrenta dificuldades de análise, apesar do avanço relacionado a questões referentes a ansiedade, depressão, síndrome do pânico, entre outros.Historicamente, as emoções foram consideradas um desequílibrio psicológico, indicador de neuroses, ou ainda um traço de imaturidade, como as crenças abaixo:• pessoas emotivas seriam presas fáceis das paixões; • pessoas de poder devem ser equilibradas e contidas; • pessoas que demonstram emoções ou sejam afetuosas indicam ausência de responsabilidade Estas afirmações levam as pessoas a adotar comportamentos inconscientes de reprimir suas emoções.É importante entender que não podemos negar predisposições emocionais básicas de medo, raiva, alegria, tristeza, ansiedade, já que independem da aprendizagem e dos condicionamentos culturais ( Motivos Emocionais).Neste sentido, define-se a emoção como uma forma genética transmitida nos ambiente sociais que atrai ou afasta as pessoas, influenciando sua saúde, ou seja, são expressões afetivas acompanhadas de reações intensas e breves do organismo em R (resposta) a um acontecimento inesperado.Estudos de grupos humanos têm mostrado que o ambiente influencia até mesmo os participantes não diretamente envolvidos.Exemplo: quando acontece um diálogo áspero entre duas pessoas de um grupo, os outros participantes tornam-se tensos, ainda que não sejam os protagonistas da ação. Ou, se alguns se emocionam e choram, muitos outros também se emocionam profundamente, surpresos com sua própria reação. Da mesma forma, quando o grupo vive um clima de intensa alegria, pessoas estranhas são influenciadas pelo clima alegre e descontraído. Também acontece, quando se está em grupo verbalizando medos, outros participantes tomam coragem e o fazem.Outra situação: imaginemos um homem que vai dirigindo por uma estrada quando outro carro surge, subitamente de uma via transversal. O homem assusta-se, sente uma terrível pressão no estômago e os músculos ficam tensos. O efeito sobre seu comportamento é dramático – pisa com violência o pedal do freio e, rapidamente, dá uma guinda no volante. Há um guinchar de pneus, seguido pelo horrível som de vidros estilhaçados e pára-choques amassados. O homem deixa-se ficar sentado por um momento, e então o medo converte-se em cólera – "aquele imbecil me pregou um susto, provocou atraso no meu horário e ainda por cima me danificou o carro". Percebemos que cólera também têm efeitos dramáticos sobre o comportamento. "O homem cerra os maxilares e avança para o outro carro. Então vê, que o outro homem está ferido, o sangue escorrendo no rosto. O homem sente um tremor de náusea, um sentimento de culpa e de compaixão". Uma vez mais o comportamento é mobilizado. "o homem presta os primeiros socorros e chama uma ambulância".Este exemplo nos mostra que as emoções são poderosas reações que exercem efeitos motivadores sobre o comportamento. São reações fisiológicas e psicológicas que influenciam na percepção, aprendizagem e desempenho. A emoção é provocada por um S (estímulo) externo, provocando o cérebro e o corpo a emitirem R(respostas) emocionais (reações).Estudos mostram que as emoções organizam e dirigem o comportamento, assim como podem ter efeitos desorganizadores.PARA AVALIAR SE DETERMINADAS ATITUDES EMOCIONAIS OU MENTAIS SÃO PREJUDICIAIS OU DESTRUTIVAS OFERECENDO CAMPO FÉRTIL A DOENÇAS, RESPONDA INTERIORMENTE AS SEGUINTES PERGUNTAS:1. Esta atitude ou emoção está baseada em fatos? 2. Ela protege minha vida e minha saúde? 3. Ela ajuda a evitar meus conflitos indesejáveis? 4. Ela ajuda a me sentir como eu gostaria? 5. Ela me ajuda a concretizar meus planos, tanto os realizáveis a curto prazo, como os outros de longo prazo?
A Ratoeira (Anônimo)
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!! "A galinha, disse:"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."O rato foi até o porco e lhe disse: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!"!"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."O rato dirigiu-se então à vaca.Ela lhe disse:"- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! "Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco."O problema de um é problema de todos".PENSAMENTO DA SEMANA"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros." -- Antoine de Saint Exupéry
Diálogo entre Divaldo e Bezerra
Na época da Revolução, quando constatei que o Brasil naquele momento era o quinto maior exportador de armas defensivas – que são armas assassinas da mesma forma – fiquei muito chocado. Então perguntei ao Dr. Bezerra de Menezes, espírito, como explicar a missão histórica do Brasil, se nós exportamos armas. E o carma que iríamos gerar? Ele respondeu com outra pergunta: “ Você votou nas autoridades que hoje administram o País?” Eu disse: “Não senhor”. “Então o carma não é do Brasil, é dos indivíduos que tomaram o poder e levaram o país à indústria da morte. Não se preocupe. Quando você votar e o País tomar o rumo, então você é o responsável, porque o rumo que o país seguir será o resultado do homem que você escolheu. Se você escolheu porque tinha interesses pessoais e não os interesses da comunidade, você responderá pelo carma histórico e coletivo que virá.(...)”(Revista Presença Espírita; Salvador – Maio 1989 no. 152(Entrevista com Divaldo Franco)Este diálogo ocorrido em 1989, ano das primeiras eleições livres no Brasil, após 21 anos de ditadura militar revela a responsabilidade social e espiritual de cada cidadão com as eleições, principalmente a nós, espíritas, em virtude do nível de conhecimentos acerca da vida. O espírito missionário BEZERRA DE MENEZES é modelo de referência como liderança do Movimento Espírita no Brasil. Mas, raras vezes é lembrado pelo seu lado político. Exerceu em sua última encarnação os mandatos de vereador e deputado por muitos anos com a mais absoluta retidão de caráter, conduta que deveria ser a regra geral entre as pessoas públicas, mas infelizmente nesse nosso imenso e rico Brasil, ainda é exceção. Bezerra definiu a Política como sendo “a ciência de criar o bem de todos”.
Ano Novo! Vida Nova!
Ano Novo, tudo de novo!
Mais um ano que começa. É hora de colocar os planos no papel e traçar as metas para 2007. Os objetivos que ainda não foram alcançados, serão agora prioridades. Junto com eles, estão os sonhos, vontades, desejos...
O mais importante é estar em paz, com saúde e disposição para dar sequência na vida. Ter perseverança deve ser uma constante, e a crença no que se quer buscar, só se pode desde que esteja no alcance das possibilidades.
Não adiante querer alçar vôos muito altos. Tudo deve ser alcançado de acordo com o que realmente é necessário. Quando se busca coisas além do que se pode ter, a precipitação é o caminho para o arrependimento.
É importante também se fazer um planejamento. Com ele fica mais fácil de se conseguir determinado objetivo.
Só se deve ter o cuidado para não abraçar o mundo somente com dois braços. É preferível alcançar um só objetivo, do que querer várias coisas e no final se acaba por não se ter nenhuma delas.
Então bola pra frente! O Ano já começou!
O que está esperando?
Mais um ano que começa. É hora de colocar os planos no papel e traçar as metas para 2007. Os objetivos que ainda não foram alcançados, serão agora prioridades. Junto com eles, estão os sonhos, vontades, desejos...
O mais importante é estar em paz, com saúde e disposição para dar sequência na vida. Ter perseverança deve ser uma constante, e a crença no que se quer buscar, só se pode desde que esteja no alcance das possibilidades.
Não adiante querer alçar vôos muito altos. Tudo deve ser alcançado de acordo com o que realmente é necessário. Quando se busca coisas além do que se pode ter, a precipitação é o caminho para o arrependimento.
É importante também se fazer um planejamento. Com ele fica mais fácil de se conseguir determinado objetivo.
Só se deve ter o cuidado para não abraçar o mundo somente com dois braços. É preferível alcançar um só objetivo, do que querer várias coisas e no final se acaba por não se ter nenhuma delas.
Então bola pra frente! O Ano já começou!
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